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Mais que um festival, afirmam ser uma experiência. Dizem no início nem saberem o que era um rider. Uma coisa é certa, o bom gosto corre nas veias. Agora, com a sexta edição, concretiza-se um velho sonho, mas esse vem mais para o fim. Agora é ainda o início, o dia antes do primeiro, aquele dia em que a minoria dos amigos acede a uma cave nas ruas do Porto para ver um concerto e ouvir um disco.

Tudo seria mais fácil, se o festival se preenchesse com dezenas de nomes sobrepostos, mas aqui não se pretende preencher uma longa lista de “já vi”, preferindo-se um pequeno grupo de “ouvi e vi”. Não é um festival para passar, é para estar. É uma experiência.

Cave 45, bar de Rock, palco numa cave escura, numa rua movimentada como todas as do centro portuense, um nome só para a noite: Aluk Todolo. Francês, com raízes no Black Metal, o trio repete a passagem pelo Amplifest, onde tinha tocado em 2013. O conceito foi repetido, uma lâmpada cuja intensidade luminosa varia com a descarga decibélica desenvolvida ao longo do espectáculo. Esta mesma lâmpada ilumina o palco. Dentro do espaço reduzido do Cave 45, o efeito é exponenciado. Não aconselhável a claustrofóbicos. Se o guitarrista Shantidas Riedacker é o elemento mais expansivo, o baterista Antoine Hadjioannou é a força motriz. A actuação do grupo baseia-se na maratona percussionista deste, que ao longo de quase uma hora obtém sucessivos ritmos da bateria. Não há aqui a pretensão de afirmar que o tema X ou Y foi executado, antes a necessidade de explicar o transe em que se imerge a meio da actuação do trio.

Sem nenhuma comunicação, para lá do natural agradecimento, e após uma breve pausa, o colectivo regressou ao palco para algo que pareceu improvisado, esteve para lá do simples encore e pareceu mais uma actuação de agradecimento face à boa recepção. O resultado foi nova dose decibélica, embora numa toada geral, mais doomíca que a anterior. Genial.

Após uma tal devastação sonora, já eram poucos os que ficaram para a pré-escuta do novo de Mono, com as habituais melodias delicadas e hipnóticas. O corpo já não aguentava.

Texto e fotografias por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: Amplificasom