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Mais um ano, mais um concerto de preparação para o já mítico Moita Metal Fest. Desta vez, o aquecimento ficou a cargo dos Mindtaker, Ho-Chi-Minh, os anfitriões Switchtense e os cabeças de cartaz Dr. Living Dead.

Como o início das festividades pedia uma cerveja bem fresca, nada como bebê-la ao som dos Mindtaker e do seu beer metal. A banda alentejana prometeu uma noite de thrash daquelas e assim foi. Temas como “Down To Terrorism”, “Faces Of War”, “Drink Beer For Thrash” ou até “Unleash The Bastards” dos norte-americanos Municipal Waste proporcionaram bons momentos sonoros aos poucos headbangers que interagiram com a banda, manifestando-se com circle-pits e tímidos stage-dives. Os Mindtaker despediram-se com “Toxic War”, depois de uma atuação bastante coesa.

Seguiu-se mais uma banda do Alentejo, nomeadamente os Ho-Chi-Minh que já contam com muitos anos na estrada,  uma nova formação e a mesma atitude pujante. A banda deu início ao seu desempenho com “Aside”, “I Hope You Never”, e a "velhinha" “Way Of Retain” que, segundo o vocalista João Ramos, "continua a dar carvão no Alentejo". Para a segunda metade do concerto, os Ho-Chi-Minh reservaram três malhas que fazem parte do seu novo EP, a saber a "mui romântica" “Shout It Out”, “Enjoy The Silence”, versão dos Depeche Mode, e “Lost”, o que perfez uma enérgica atuação como já é apanágio da banda.

Também do sul, desta feita do Ribatejo, subiam ao palco os Switchtense que estavam prontos para destruir um espaço mais composto com a ajuda dos seus fãs que não perderam tempo a chegar-se à frente para pouco mais de meia hora de bom thrash, groove, circle-pits e caos, muito caos. Sendo assim, a jogarem notoriamente em casa e reduzidos momentaneamente a quatro elementos, os Switchtense deram bem conta do recado ao som dos já conhecidos “Face Off”, “Into The Words Of Caos” ou “State Of Resignation”, temas que servem sempre para os seguidores da banda afinarem as suas vozes, não esquecendo obviamente alguns temas que fazem parte do seu último trabalho nomeadamente “Super Fucking Mainstream” ou “Ignorance Is Bliss”. Como ainda restavam escassos segundos, exatamente 47 segundos, para dar como terminada uma atuação já de si monstruosa, nada como encaixar neste curto espaço de tempo “Monsters” para um final apoteótico.


A questão que se colocava, e até colocada pela própria banda, era a seguinte: Porque é que só agora é que os Dr. Living Dead vieram a Portugal? O concerto que estes suecos deram só pecou por tardio, dado a energia e boa disposição que transmitiram em cada tema. Quem apreciou e muito essa atitude foi o público que não se sentiu rogado em participar nos circle-pits e nos stage-dives sugeridos por este quarteto esquelético de Estocolmo. Temas como “Crush The Sublime Gods”, “TeamxDeadx” ou “Streets Of Doc-Town” foram a prova de que estávamos perante uma banda sensacional no que toca ao novo thrash metal praticado na Europa. O desempenho dos Dr. Living Dead foi, sem dúvida, excelente e serviu de ótimo mote para aquilo que se vai realizar no próximo ano no Moita Metal Fest, e pelo qual estamos muito ansiosos!


Texto por Bruno Porta Nova
Fotografias por Igor Ferreira
Agradecimentos: Moita Metal Fest