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Um lançamento de Mastodon é só por si um dos eventos mediáticos que mais atenção gera neste meio. A banda de Atlanta bem se podia desleixar e fazer um disco fraco que ainda assim iria ganhar uns cobres e continuar na ribalta durante os anos que se seguissem - todos já vimos este tipo de história com umas quantas bandas do fim do século passado. 

“Show Yourself” foi o tema que os Mastodon escolheram para apresentar este seu 7º longa duração e, apesar de ser um tema contagiante como o raio (os versos ficam dias a tocar na cabeça do ouvinte), deixa a pensar muito no que a banda fez em “The Hunter”: temas de curta duração, catchy e bastante melódicos. Mas “Show Yourself” não revela o que está em “Emperor of Sand”, pois pensar que este disco é um follow up aos dois últimos lançamentos da banda é um erro. “Sultan’s Curse”, tema escolhido para abrir o álbum, revela sim o dinamismo e a genialidade que valeu a estes americanos o pódio que ocupam hoje em dia: riffs que tanto podem tombar para o progressivo, (por vezes, até o psicadélico) como para o pesado e rude ou ainda para o deliciosamente melódico. São 11 temas que em nada desiludem. Desde malhas incontornáveis como “Ancient Kingdom” e “Scorpion Breath”, esta última com a participação da voz de Scott Kelly (Neurosis), como é tradição em todos os discos de Mastodon; ficando vincado na memória o desenvolvimento que se verifica na segunda metade de “Roots Remain” que termina com um longo e espectacular solo, ou o refrão pegajoso de “Steambreather”. Ou melhor, reescrevo as minhas palavras: o álbum em si ficará todo vincado na memória do ouvinte. Quem quiser procurar qual dos outros 6 álbuns se assemelha mais a este, há-de chegar à conclusão que há um pouco de todos em “Emperor of Sand”.

Sim, é um grande álbum e, sem dúvidas, um forte candidato aos melhores do ano, mas aqui, o que realmente é de valorizar é que os Mastodon continuam a reinventar-se, mantendo ao mesmo tempo a sua conhecida sonoridade intocada. “Emperor of Sand” não é o álbum da banda grande que pega na receita de sucesso e toca-a um bocadinho diferente, é o álbum de uma banda que realmente respira a música que faz e pretende que a mesma não estagne a cada disco que resolvem lançar. A quem faça a pergunta “Porque é que os Mastodon são tão grandes?” pode-se responder ao pôr-lhe o “Emperor of Sand” à frente… ou o “Leviathan”… ou o “Crack The Skye”, enfim, acho que deu para perceber.

Nota: 9.2/10

Review por Tiago Neves