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É começar logo a abrir caminho! Blood and Emptiness entra a matar com ritmo acelerado e mal damos por ela e o vocalista Kevin Sharp já está a vociferar palavras, que depreendo que não sejam muito amigáveis, acompanhado por um curto blastbeat! Ainda mal percebemos o tornado em que estamos metidos o ritmo segue para a batida atrashalhada, excelente para aquele mosh visto apenas em certos concertos de certas bandas (SLAAYYYYERRR!!!) que, diga-se de passagem, deixam valentes hematomas por todo lado. 

O som é bruto e rápido mas nota-se ali uma componente punk que passa para este lado mesmo que não seja mesmo só pela atitude que estes excelentes músicos mostraram no momento em que gravaram este petardo! Os dois seguintes ensaios de porrada, The Decay Within the Abyss e Locust, seguem pelo mesmo caminho. Ritmos rápidos mas que ainda assim conseguem variar e dar dinâmica à avalanche de riffs, batidas e voz, que voz! 

Total respeito pelo grande Tomas Lindberg que fez excelente trabalho em At The Gates e nos dois álbuns anteriores de Lock Up, pfff Hate Breeds Suffering, sempre na playlist! Mas se tiverem que o substituir por alguém, porra que não podiam ter escolhido melhor! Kevin Sharp deu muita energia ao grupo (se é que precisassem de mais!) e voz dele encaixa na perfeição. 

A faixa título mostra-nos um lado com mais groove e comedido no tempo, com a voz a ir mais grave, encaixe sublime! O refrão tem um coro de vozes a gritar o título deste álbum, acho que vai resultar bem ao vivo! O álbum prossegue na mesma veia, rápido, agressivo e com algumas variações de ritmo, ainda que não muitas mas o suficiente para se consumirem bem os pouco mais de 40 minutos deste trabalho, isto dito por alguém que apreciou quase hora e meia de Marduk no seu live Infernal Eternal...há que ter em conta isso. 

Subjectividades à parte, este é um excelente trabalho de Metal puro e duro, não trás nada de novo mas também não é esse o objectivo aqui. Temos entre mãos óptimo combustível para a fogueira ao vivo! Os últimos 3 temas do álbum também são excelentes! Destaque para Void que é outro bom exemplo da nova energia dos Lock Up.

Nota: 8/10

Review por Filipe Gomes