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Um EP por uma editora italiana, um par de actuações em Portugal e Espanha e muito mistério, envolveram a estreia dos Gaerea que agora editam o seu primeiro disco em vinil, com um tema extra.

M.I. - Gaerea lançam agora um novo tema, como têm sido as coisas?

Exaustivas. Não por estarmos cansados de percorrer a estrada que estamos a desenhar, mas porque muita coisa mudou desde a última vez que falámos. Entretanto tocamos ao vivo em Portugal e Espanha para apresentar o lançamento de estreia e, apesar de o balanço ser bastante positivo e com contornos que nunca imaginámos, decidimos não marcar mais nenhuma actuação até agora. Gaerea é um ser em constante mutação e depende exclusivamente das nossas experiências e aprendizagens enquanto indivíduos. Fomos atingidos por uma nova vaga de criação e fizemos algo quanto a isso. Agora estamos apenas ocupados com as preparações do lançamento do Ep em Vinyl, disponível para pre-order que estará cá fora dia 29 de Agosto. Em relação ao CD, tivemos o privilégio de receber excelentes reviews ao longo de todo este tempo.


M.I. - Este novo tema é também um alerta para futuro álbum?

Este tema apresenta-se como o fecho de um ciclo. Ciclo este, sem fim, pelo menos para nós. Endless Lapse é uma música escrita depois do lançamento de “GAEREA” e surge de certa forma como a peça que irá unificar a obra sem nunca nos termos apercebido de que não estava lá ou de que fazia falta. Não soa a nada do que temos no disco, contudo completa-o. Sendo este tema composto durante todos os preparativos do álbum, não lhe chamaria um preparativo, contudo é um tema que sofreu uma grande pincelada daquilo que estávamos naquele momento a sentir: o álbum.


M.I. - Como está a decorrer a preparação de novos temas?

O álbum está gravado. Temos estado a preparar o próximo lançamento ao longo do último meio ano. Entretanto já estivemos em estúdio e tudo se está a compor sem qualquer tipo de pressão exterior, fazemos questão de tudo o que tivermos que transpor para a gravação seja fruto da genuinidade e do momento em que nos encontramos. Confesso que foi estranho voltar a compor para um projecto como este. Quando tudo já foi dito, contudo sentes que há algo em ti que precisa de ainda ser feito. Foi esse estranho sentimento que nos atingiu a certa altura. Sem termos planeado, sentimos que havia algo novo e mais uma vez o processo de composição revelou-se frustrante e relaxante ao mesmo tempo… Por muito paradoxal que isso possa parecer. E tudo isto mudou-nos. 


M.I. - Já se pode saber o nome do disco? Temas??

Muitos desses tópicos já foram decididos à partida quando o material começou a ser escrito, contudo confesso que ainda hoje se mantém uma incógnita. Tudo se colmatará nos próximos tempos. 


M.I. - Vocês abdicaram da vossa imagem pessoal, para que as atenções se centrassem na música, depois surgiram as confusões com a vossa identidade, com pessoal a querer identificar a nacionalidade. Como passaram isso? Era necessário tanto alarme?

Não temos qualquer tipo de interesse nas intrigas e novelas que rondam a banda. Em palco somos um grupo de indivíduos anónimo, tal como qualquer outro presente na plateia. Somos todos apenas reflexos deturpados de um ser que imaginamos ser. Nós apenas não temos qualquer receio em admiti-lo. Tudo aquilo que quisemos transpor para o mundo está presente no que escrevemos para o leitor e para o ouvinte. Mais uma vez é apenas um reflexo, uma amostra do que o compositor sentiu quando escreveu o tema. Mas para isso é que existe a música, que deve ser interpretada, compreendida, mas nunca tratada como um bem material que podemos ou não gostar do seu aspecto. Gaerea não é para esse tipo de pessoas. Para nós, não existe nada mais gratificante do que os momentos, em que vemos pessoas que procuram significado para o que escrevemos. 


M.I. - Apesar de tudo, os concertos têm sido poucos. Vai ser uma característica do grupo?

Ninguém realmente sabe o que pode acontecer acerca desse aspecto. 


M.I. - Mas depois da saída do próximo disco, vamos ter Gaerea de volta aos palcos?

Gaerea aparecerá sempre que o vortex for liberto. 


Entrevista por Emanuel Ferreira