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Os incríveis The Haunted acabaram de lançar um álbum novinho em folha, portanto a Metal Imperium Webzine teve que ir dizer uma “olá” ao guitarrista Ola, para que ele nos contasse tudo acerca do “Strength in Numbers” e sobre o que está a acontecer na vida dos The Haunted. Vejam lá:

M.I. - Uau, pessoal! Antes de mais nada, quero dar-vos os parabéns pelo vosso nono álbum, “Strength in Numbers”, que foi lançado no dia 25 do mês passado. Qual o significado deste título – que também corresponde ao nome da quinta faixa do álbum – e como é que se lembraram dele, qual é a história?

Muito obrigado. “Strength in Numbers” pode significar imensa coisa, pode ser político, pode ser religioso, pode ser qualquer coisa que queiramos. Poderia significar que, um número suficiente de idiotas juntos, podem formar uma força que pode ser potencialmente perigosa, ou então apenas pode significar, para os The Haunted, que este é o nono álbum.


M.I. - Já agora, porque escolheram lançar o tema “Brute Force” como sendo o primeiro single deste álbum? O tema tem algum significado especial para vocês ou foi escolhido em virtude da sua nítida brutalidade, que faz com que qualquer um queira abanar a cabeça? 

Eu julgo que é porque é um bom tema de apresentação, seja como single, seja para abrir um concerto. Portanto, sim, acho que pode dizer-se que fica a dever-se à sua nítida brutalidade.


M.I. - Vocês gravaram este álbum nos “Parlour Studios”, com o já bem conhecido produtor Russ Russell. Falem-nos desta experiência: porque escolheram o Russ para produzir o “Strength in Numbers” e como foi trabalhar com ele?

Foi óptimo trabalhar com o Russell. Eu não estava assim tão familiarizado com o trabalho dele antes de gravarmos, mas agora sou um grande fã. Ele é muito fácil de se lidar e divertimo-nos imenso a gravar com ele. Adoraria que no futuro voltássemos a gravar com ele.


M.I. - E como é que se processaram as sessões de gravação? Vocês encontravam-se todos no estúdio e davam uma mãozinha uns aos outros ou gravaram os instrumentos separadamente – numa espécie de esquema de “um de cada vez” –, devido às usuais dificuldades que as bandas enfrentam no que respeita a reunirem-se com regularidade? Quanto tempo demorou todo este processo?

Eu, o Jonas e o Adrian fomos lá para as gravações de bateria e ficámos uma semana. Depois, gravámos as guitarras e o baixo em minha casa, as vozes numa sala de ensaios juntamente com o produtor Jocke Skog. Este é um modo óptimo e eficiente de nós trabalharmos. Bem, se juntarmos todas as gravações separadas numa só, então acho que nos tomou cerca de… duas semanas, talvez…? Não sei.


M.I. - Qual a maior diferença quanto ao processo criativo de “Strength in Numbers” relativamente aos álbuns anteriores? E, já que estamos a falar disto, como é que normalmente levam a cabo este processo? Como é se transforma uma mera ideia numa música dos The Haunted? E como surgem as letras dos temas?

Apenas posso falar tendo por base os dois últimos álbuns, mas o método é, basicamente, que eu, o Jonas e o Jensen compomos as músicas sozinhos e, depois, apresentamo-las uns aos outros e começamos a trabalhar nelas. Cria-se um óptimo e dinâmico contexto para os temas, pois todos contribuem. Eu, definitivamente, agarrei uma parte maior da composição neste álbum. Nós todos escrevemos as letras, mas, maioritariamente, são escritas pelo Marco e pelo Jonas.


M.I. - Vocês já andam por cá há cerca de duas décadas. O que é que, no vosso entendimento, tem-se vindo a tornar o maior desafio para uma banda de metal, considerando o mercado musical actual? Vocês enfrentam algumas dificuldades, em particular? 

Eu sinto que, agora, é difícil bandas com o nosso tamanho irem em digressão, pois está a tornar-se muito caro, portanto temos que ter muito cuidado relativamente a que tournées aceitar ou quais fazer. Tem que fazer sentido para nós e para os outros membros, que têm que tirar dias do seu trabalho para irem em digressão, etc.  É um dilema, pois nós temos que ir em tournée para nos mantermos relevantes no mercado, mas é muito caro estar em digressão. Mas o que vale mesmo a pena é que, quando efectivamente estamos em tour e tocamos ao vivo, divertimo-nos imenso, há uma óptima química e sentimo-nos parte de um grupo incrível.


M.I. - Bem, em duas décadas e com nove álbuns de estúdio, deve tornar-se um tanto complicado continuar a compor novos temas, com novas abordagens e dinâmicas e, ainda assim, faze-los soar como sendo músicas dos The Haunted, correcto? Aqueles que já ouviram o “Strength in Numbers” têm vindo a espalhar a palavra de que é, provavelmente, um dos melhores álbuns de 2017! Como é que conseguem faze-lo? Como é que, após tantos anos, vocês continuam a arrasar com novas músicas e novos álbuns, todos eles inacreditáveis?

Eu acho que é porque nós adoramos o que fazemos. Nós sabemos o que queremos e onde queremos, ir no passo seguinte. Acho que se continuarmos a compor música por nós mesmos, os fãs hão-de continuar a acreditar em nós e, com sorte, também nos apoiarão no passo seguinte.


M.I. - Por fim – “spoiler alert” –, quais são os vossos planos/objectivos para o futuro: a curto e longo prazo, é claro? 

Arranjar mais digressões, de modo a que possamos aparecer por aí e apresentar-vos o novo álbum. E, felizmente, iremos tocar a Portugal no ano que vem, portanto mal posso esperar por isso! Além disso, talvez desta vez não teremos que esperar três anos até ao próximo álbum. Quem sabe… 


Entrevista por Evie