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Vindos de França, existem os Celeste, mais conhecidos como “aqueles das luzinhas vermelhas na cabeça”. Para quem não está familiarizado com a banda, o som de Celeste é como que uma mistura de Black Metal, Sludge e Hardcore e parece-se algo como uma disputa agressiva entre todos esses géneros.

Com o seu quinto álbum, Celeste não muda de registo. O som da banda em faixas como “Cette chute brutale” é penetrante e hipnotizante. É intenso e arrebatador, sendo por vezes lento e outras violentamente rápido. Contudo, Infidèle(s) não é um álbum unidimensional, pois para acompanhar cada faixa como “À la gloire du néant” existem outras como “Sombres sont tes déboires”inclinando-se mais para o Sludgecore caótico. Assim como esta, temos “Sotte, sans devenir”, a instrumental “(I)” e a última faixa que são energizantes e melódicas.

Em faixas como “Comme des amants en reflet”, Celeste brinca com os riffs repetitivos e hipnotizantes e com o caos que se segue. Pode ser uma fórmula já conhecida da anda, mas não deixa de surpreender. Cada faixa é um tornado, com estilhaços a sobrevoarem e a nos atingirem na cabeça, para depois nos fazer andar à roda, e à roda, e aos trambolhões.

Depois do inspirado Animale(s), Celeste volta a desenterrar o seu som e faz mais do mesmo. Todos os álbuns serão bem vindos, pois mais do mesmo, se for bom, nunca é demais.

Nota: 9.5/10

Review por Sérgio Rosado