• Facebook
  • Myspace
  • Twitter
  • Google+

Total Pageviews

Reviews Mais Recentes


Amorphis - Queen of Time


Ghost - Prequelle


Angelus Apatrida - Cabaret de la Guillotine


Bleed From Within - Era


Painted Black - Raging Light


Necrobode - Metal Negro da Morte


Pestilence - Hadeon


Tortharry - Sinister Species


Inframonolithium - Mysterium


Somali Yacht Club - The Sea


Dallian - Automata


Candidata-te

A Metal Imperium encontra-se a recrutar colaboradores para redação de notícias, reviews de álbuns ou entrevistas a bandas.

Quem quiser fazer parte desta equipa poderá candidatar-se contactando-nos por email: metalimperium@gmail.com



Concertos em Destaque

Tradutor

Entrevistas Mais Recentes



































Ghost estreiam duas novas músicas ao vivo

Os Ghost fizeram um inicio "oficioso" da sua próxima digressão mundial no "The Roxy", em Hollywood, Los Angeles, e presentearam os fãs que(...)

Roy Khan confessa que sair dos Kamelot foi a "melhor decisão" que alguma vez tomou

Roy Sætre Khantatat, conhecido como Roy Khan, ou mais conhecido como o antigo vocalista dos Kamelot, falou à italiana SpazioRock (...)

Epica lançam vídeo para “Universal Love Squad”

Os holandeses lançaram recentemente o vídeo para a canção “Universal Love Squad”, sendo possível visualizar o mesmo (...)

Morbid Angel disponibilizam novo vídeo

A banda de death metal Morbid Angel divulgou recentemente um novo vídeo para o tema "Garden Of Disdain", pertencente ao mais recente álbum, "Kingdoms Disdained". (...)

Alice In Chains lançam vídeo para novo single

"The One You Know" é o novo single dos Alice In Chains, que pode ser ouvido no vídeo acima. A faixa faz parte do próximo álbum da banda, (...)


Fundada pelos irmãos Weaver, Wolves in the Throne Room tem-se mantido no topo de referências do Black Metal Atmosférico desde os anos 2000 e em particular desde o lançamento de "Diadem of 12 Stars" em 2006. WITTR incorporam o som das guitarras distorcidas e dos blast beats habituais do género com texturas atmosféricas e vocais femininos, que penetram cada música e fazem do som da banda algo mais que Black Metal. Após Celestite de 2004, um álbum ambiente, os fãs temiam que WITTR tomassem esse rumo com a sua música e nunca mais se ouvisse álbuns como "Two Hunters".

Com o primeiro avanço do álbum, um videoclip (encurtado) para a primeira faixa "Born From the Serpent's Eye", uma luz ao fundo do túnel se deixou ver e esperou-se pelo regresso à forma.

"Thrice Woven" começa com, nada mais, nada menos, a faixa anteriormente avançada. Com quase 10 minutos, "Born From the Serpent's Eye", é sem dúvida a melhor do álbum. Um riff típico da banda, envolto em sintetizadores atmosféricos, inicia a faixa com a garra que faltou no álbum anterior. Após algumas mudanças de tempo para um riff mais arrastado e sujo, os sintetizadores e vocais femininos fazem aquilo que deviam ter feito em "Celestite", antes das guitarras entrarem em jogo novamente com um riff mesmerizante.

A produção em "Thrice Woven" é espessa como nos álbuns anteriores, mas não obstante, detalhada o suficiente para se ouvirem todos os instrumentos na perfeição e para se conseguir apontar nuances em todas as faixas. WITTR também voltam às raízes Folk com faixas como "The Old Ones Are with Us", com falas por cima de sintetizadores atmosféricos, antes dos riffs se esbarrarem novamente com o ouvinte. "Angrboda" faz mais do mesmo (não querendo dizer que é mau), mas acaba por pecar por não ser tão texturada quanto as duas últimas. O momento mais interessante da faixa acaba por ser o interlúdio a meio, com guitarras e teclados a ecoar na atmosfera.

Finalizando a obra, "Fires Roar in the Palace of the Moon" serve quase como que uma síntese do resto do álbum: riffs em tremolo, um ambiente virado para a natureza, interlúdios dissonantes entre secções da música e riffs monstruosos, como o presente a meio da faixa.

"Thrice Woven" é decididamente um retorno de WITTR à boa forma, incorporando os sons pelos quais já são conhecidos. Mais texturas em faixas como "Angrboda" e mais uso dos vocais femininos como usados na primeira faixa seriam bem vindos, mas não deixa de ser um óptimo regresso. Não ficando ao lado de álbuns como "Two Hunters", é um regresso muito aguardado após o desaire que foi "Celestite", e Wolves in the Throne Room continuam a ter um lugar à mesa quando se tem de discutir o género.

Nota: 8.2/10

Review por Sérgio Rosado