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"Ecos da Selva Urbana" proporciona-nos sentimentos e emoções que evocam ao nosso lado primitivo (nesse aspecto, os membros da banda já têm uma certa experiência na canalização de emoções fortes ao ouvinte, com referências de renome, como Shadowsphere, Ignite the Black Sun e Witchbreed).  

O álbum de longa-duração dá-nos cerca de 40 minutos de adrenalina e todo um leque de vibração no corpo, juntamente com certos calafrios. A abertura da obra musical, de seu nome "Ecos da Selva Urbana", repleta de riffs bem ao estilo do Thrash Metal nacional, prenda-nos também com a voz inigualável e inconfundível de Paulo Gonçalves, que nos tira do sono e desperta os sentidos.

A faixa "Homens ao Mar" - assim como todo o álbum em geral - faz uma referência às questões do ser humano e toda a história que este viveu até aos dias de hoje. Será este álbum uma tentativa de apelar a consciência social da população? Quererá a banda dizer que somos meros habitantes de uma selva onde manda a lei da sobrevivência? São questões que só os Rasgo nos poderão explicar (ficaremos a aguardar!...) Durante aproximadamente 40 minutos somos enfeitiçados pelos ensinamentos de como sobreviver no mundo actual, na companhia de uma composição tecnicamente infalível, ao abrigo de passagens vindas do inferno, e letras que nos atiram aos lobos. Mesmo quem não aprecie este género musical, dará claramente um passinho de dança.

Para além de "Ecos da Selva Urbana" e “Homens ao Mar”, podemos destacar faixas como "Propaganda Suicida" (terceiro tema do álbum), que nos envolve em riffs rasgados e vozes soltas na forma de de growls demoníacos. "Vulgo Vulto" é também das músicas a destacar - e o ouvinte que o comprove! O álbum termina com "Cão da Morte" (cover de Mão Morta) e despedimo-nos em grande.
Se a selva onde vivemos tivesse uma banda sonora, Rasgo seriam fortes candidatos para a criarem. Dito isto, aguardamos ansiosamente por novas inspirações rasgadas.

Nota: 8.4/10

Review por Carolina Lisboa Pereira