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Os Black Orchid Empire são um trio de Londres cujo álbum de estreia, “Archetype”, foi muito aclamado. Agora, o novo álbum "Yugen" está prestes a ser lançado pela Long Branch Records. Aqui está a conversa deles com o Metal Imperium.


M.I.- Quem são os Black Orchid Empire? Conta-nos sobre a banda e os seus membros.

Nos Black Orchid Empire somos três - Paul Visser (voz, guitarra), Dave Ferguson (baixo e voz) e Billy Freedom (bateria). Nós tocámos juntos há muitos anos em projectos diferentes, e também temos trabalhado juntos como produtores no nosso estúdio. Já vivemos em Londres há muito tempo, o Dave é oriundo da Nova Zelândia e o Billy é dos EUA. Eu acho que isso nos dá uma perspectiva única e variada.


M.I. - Porquê o nome Black Orchid Empire? Sois fascinados pela cultura japonesa?

Ninguém parece ser capaz de se lembrar como surgiu o nome ou quem pensou nele! Nós todos gostamos da combinação de imagens.


M.I. - Qual é a principal diferença entre o álbum de estreia “Archetype” e o novo álbum “Yugen”?

"Yugen" eclipsa completamente "Archetype" em termos de progressão musical e sonoridade. Nós gravamos, produzimos e misturamos, por isso a evolução dos sons do álbum é realmente importante para nós. Existem óptimas músicas no nosso primeiro álbum, mas estamos muito confiantes de que estamos a evoluir bastante neste novo lançamento. Na verdade, é mais cru, maior e mais difícil, com riffs mais pesados e o conteúdo lírico é mais profundo.


M.I. - Por que escolheram “Yugen”, um conceito de estética japonesa, como título para o álbum?

Sentimo-nos atraídos pelo conceito de compreensão do tamanho e profundidade do universo e da nossa própria falta de significado. O facto de haver uma palavra em japonês para uma ideia tão complexa, pareceu-nos muito fixe.


M.I. - O álbum de estreia, “Archetype”, foi aclamado pela crítica e recebeu ampla atenção dos média… isso colocou-vos uma pressão extra durante a gravação e produção do novo material?

Apesar de estarmos muito contentes por as pessoas gostarem do álbum de estreia, sempre pensámos que estávamos a produzir “Yugen” só para nós mesmos. Somos os nossos maiores críticos!


M.I. - A capa de “Yugen” foi criada por Dave com base numa foto tirada no Japão. Achas que a capa capta a essência do álbum?

É uma foto muito porreira tirada pelo nosso amigo Si Jones - nós apenas usamos parte de uma foto maior. Temos uma obsessão por simetria e imagens fortes - o triângulo e o poder do número três são importantes para nós como trio. Suponho que a delicadeza subtil da imagem é em si um exemplo de "Yugen".


M.I. - As letras são baseadas nas vossas experiências pessoais e de vida. Quão complicado / fácil é escrever sobre essas coisas pessoais? Isso ajuda-vos a lidar melhor com as coisas? Funciona como "terapia"?

A escrita lírica é inerentemente catártica, embora eu nunca pense dessa maneira conscientemente. Eu apenas escrevo sobre as coisas que vejo ou experimento, e é tudo pessoal para mim de alguma forma. Mesmo que eu esteja a falar de ideias fictícias, tudo é feito através das lentes da minha própria compreensão experimental do mundo. Portanto, não - eu não acho difícil por esse motivo - apesar de ser realmente desafiante escrever letras com as quais me sinto feliz!


M.I. - Qual é a ligação entre o título do álbum e as letras?

O título do álbum descreve uma ideia estética, enquanto as letras são todas baseadas em coisas diferentes, por isso não há ligação directa. 
Apenas no sentido de que a vida é composta de experiências, e os momentos de “Yugen” são uma forma de tentar definir essas experiências de uma maneira que reconheça a impossibilidade de conciliar o pessoal e o vasto.


M.I. – O tema “Mouth Of The Wolf” foi escrito antes do lançamento de “Archetype”… por que não a incluíram nesse álbum?

Nós gostamos de testar as músicas de forma extensa antes de as gravar, e esse tema não tinha passado por esse processo quando o “Archetype” saiu. Além disso, grande parte dos temas do primeiro álbum foram gravados muito antes do lançamento e antes de escrevermos o “Mouth Of The Wolf”, incluindo a bateria.


M.I. - A banda tem tocado em toda a Europa… quando é que o público português terá o prazer de vos ver?

Óptima pergunta! Vamos começar pela Alemanha e pelo Reino Unido, mas vamos certamente também a outras partes da Europa – adoraríamos tocar em Portugal!


M.I. - Os Black Orchid Empire têm tocado ao lado de pesos pesados como Biffy Clyro, Editores e Skunk Anansie. Como foi tocar com eles? Estavam nervosos? Esperavam que isso acontecesse?

Nós somos todos experientes o suficiente para saber que as grandes bandas são compostas por pessoas normais – o Billy andou em tournée com os Marilyn Manson, Deftones e Incubus quando estava nos Queen Adreena, por exemplo. Nunca nos preocupamos - quanto maior o concerto, melhor tocamos!


M.I. - Como se sentiram ao receber elogios de algumas das vossas bandas favoritas, especialmente Skunk Anansie?

Skin estava no nosso estúdio quando estávamos a misturar “Archetype” - ela espreitou pela porta e exigiu saber qual era a música! Foi óptimo ver o quanto ela apreciou o que estávamos a fazer. Foi incrível! Enviei-lhe uma cópia de "Yugen" para ela ouvir também.


M.I. - Como seria a tournée de sonho para os Black Orchid Empire? Onde tocariam? Em que locais? Quais as bandas que convidariam para vos acompanhar?

Adoraríamos fazer uma grande tournée mundial com Biffy ou Deftones. Karnivool seria espectacular para nós, assim como Tool ou A Perfect Circle. Adoraríamos tocar com os Queen Of The Stone Age também!


M.I. - “Os Black Orchid Empire criam música rock densa e poderosa que combina complexidade destemida, peso agressivo e melodias lindas e cativantes.” Era esta a vossa intenção desde o primeiro dia ou simplesmente aconteceu?

Nós apenas fomos tocando até chegarmos à música que amamos! Não foi mais do que isso. É a combinação de todas as nossas influências, acho eu.


M.I. - Assinaram recentemente um contrato com a editora alemã Long Branch Records. O que esperam disso? Mais e melhor promoção? Mais tournées?

Eles têm sido incríveis e ajudaram-nos imenso em termos de alcance e com tournées. São uns tipos porreiros!


M.I. - Por favor, partilha uma mensagem com os leitores do Metal Imperium.

Esperamos que gostem da nossa música - muito amor dos Black Orchid Empire! Esperamos ver-vos em Portugal!

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Entrevista por Sónia Fonseca