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A edição deste ano do Vagos Metal Fest teve lugar nos dias 9 a 12 de Agosto, com  visíveis mudanças no festival. A primeira foi a passagem do evento para 4 dias, em vez de 3 como tinha acontecido no ano anterior. A outra alteração foi a introdução de um segundo palco – palco Stairway – que levou ao eventual aumento de concertos por dia, mostrando que o festival tem a vontade de caminhar na direção de se afirmar como um dos grandes do Verão europeu para as sonoridades mais pesadas.

Dia 9/08 – Dia 1
 
A dar inicio a esta edição do festival, tivemos a atuação energética dos Booby Trap. A banda entrou em palco cheia de garra e com vontade de mostrar o que faz de melhor.
Com muito público ainda disperso ou a tentar entrar no recinto, os “poucos mas bons” que se reuniram à frente do palco ajudaram à festa da banda, que fez soar alguns dos seus temas mais conhecidos como “O bom, o mau e o filho da puta” ou “Shut the fuck up”.
A fechar, uma cover da música “Ace of Spades” dos icónicos Motorhead, uma das claras influências desta banda.
 
Os coimbricences Destroyers of All brindaram-nos uma vez mais com um concerto de qualidade.
Com uma presença enorme em palco, foram muito bem recebidos pelo público cada vez mais crescente e provocaram as primeiras movimentações na plateia ao som de alguns dos seus temas mais fortes, como “From Ashes Reborn”, “Death Healer” e “Into the Fire”.
A terminar, apresentaram-nos “Break the Chain”, a sua nova música retirada do seu próximo álbum de originais. 

Os Trinta e Um, veteranos do hardcore de Linda-a-Velha, foram o ato que se seguiu. Apesar de ter havido alguns problemas com o som, a banda não se deixou afetar.
Houve também tempo para um discurso com tons políticos por parte do vocalista no interlúdio das músicas, que não afetou em nada o interesse do público na sua atuação. Temas como “Advogado do Diabo” ou “O Cavalo Mata” tiveram uma boa receção, demonstrando que há lugar para diversos géneros de música para além do metal nos festivais maiores em Portugal.

Com um início de concerto bastante peculiar, os suecos Insammer falharam em agarrar a atenção da maioria do público, que escolheu este momento para ir jantar.
Logo a começar, escolheram uma cover da música “All The Things She Said” do duo russo feminino t.A.T.u. – o que causou algumas reações intrigadas na plateia. Seguiram-se temas originais da banda, que foram recebidos de uma forma bastante morna e passaram despercebidos. A parte interessante deste concerto foi mesmo a teatralidade da banda em palco e a simpatia da vocalista.

Os nacionais Theriomorphic contam já com 20 anos de carreira e dispensam grandes apresentações ao público português.
Atualmente a promoverem o seu mais recente EP “Of Fire and Light”, presentearam-nos com um concerto monstruoso que prova que o death metal está vivo e recomenda-se no nosso país. A fechar, o já clássico “Theriomorphic” não podia falhar.
Uma prestação forte que teve uma receção calorosa e energética de todos aqueles que se reuniram para assistirem ao concerto do grupo.

O momento mais aguardado desta noite chegou pouco depois  das 22:30 – entraram em palco os Orphaned Land. A banda israelita regressou ao nosso país um ano depois para nos apresentar o seu mais recente trabalho de originais “Unsung Prophets & Dead Messiahs” lançado no início deste ano. Com uma forte presença em palco e comunicativos como sempre, Kobi, o vocalista aproveitou os interlúdios entre as músicas para condenar a situação política que se vive atualmente no Médio Oriente e pregar ideais de paz e união entre os povos – sendo esse um dos temas centrais de muitas das músicas dos Orphaned Land. Apesar do foco da setlist estar direcionado maioritariamente para o novo álbum da banda, a mesma  também incluiu alguns temas de referência da banda como “Sapari”, “All is One” ou “Norra el Norra” que foram cantados em uníssono pelo público. Foi um concerto excelente que só pecou pelos problemas que se fizeram sentir no som ao longo do concerto. .

O momento musical mais extremo e pesado chegou com os Analepsy. Apesar de ainda jovens, a banda já carrega nos ombros uma grande experiência em palco, e este concerto foi mais uma prova disso. Uma descarga bruta de riffs avassaladores que rebentaram um campo de guerra autêntico na plateia, que durou até ao final do concerto. A setlist contou com uma pequena surpresa - o tema “Atrocity Deeds” tocado pela primeira vez ao vivo.

A banda alemã de thrash Dust Bolt regressou ao nosso país, e não desiludiu. Apesar de alguns problemas com o som, a banda não desanimou e contagiou o público com a sua energia eletrizante que continuou o espirito de destruição (embora já mais ténue) começado na atuação dos Analepsy, ao som de músicas como “Awake The Riot – The Final War”, “Toxic Attack” ou “Agent Thrash”.

A fechar esta primeira noite tivemos a jovem banda nacional Impera. Estes foram os vencedores do concurso de bandas organizado pela equipa responsável pelo Vagos Metal Fest, e depois da atuação que deram, tem que se dizer que foram justos vencedores. Um concerto que apesar de ter sido a uma hora ingrata em que o cansaço já se fazia notar, superou com as expectativas e foi bem recebido pelo público que lá se juntou para os ver.

Foi um bom começo do festival, já com uma enchente de público respeitável, apesar de todos os problemas de som que se foram fazendo sentir.

 (ver mais fotografias do evento aqui e aqui)
 
Texto por Rita Limede
Fotografias por Jorge Pereira
Agradecimentos: Vagos Metal Fest