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"Existence" apresenta-se na forma cacofónica de pedais e guitarras, vozes graves e marcantes. Embora em termos de sonoridade não pareça tão harmonioso, em termos qualitativos, Aegaeon provam que nem sempre o bom tem de ser bonito. Se o ouvinte espera sons limpos e floreados, pode muito bem passar para o álbum seguinte, até porque o quarteto formado por Jim Martin, Nick Scott, Sebastian Brown e Matthew Paulazzo (vozes, baixo, guitarra e bateria, respectivamente) não vieram para fazer muitos amigos.

Conseguimo-nos aperceber disso com os sons rápidos e brutos de "Encounter", "Devolve" e "Ruination", que rapidamente nos fazem ganhar coragem para juntarmo-nos ao quarteto, berrar com os pulmões e deitar o ódio que sentimos cá dentro. Se é verdade que muitas vezes amigo não é aquele que só diz coisas bonitas, Aegaeon conseguem comprovar a teoria. Brutos, rápidos e eficazes a tirarem tudo o que temos cá dentro.

A outro de "Ruination" acalma-nos e serve de ponto de passagem para "Vision" que continua o ritmo melódico e harmonioso ao longo de um minuto. Passamos para "Void" e somos catapultados para o horizonte infinito. Respiramos fundo e berramos juntamente com Jim Martin. O plano de fundo, quase orquestral, acompanha-nos nesta sessão. 

"Silence" é a faixa que segue logo após de "Void", e já conseguimos sentir a influência do deathcore e do technical death até aqui. E soltem as baterias, que Mathhew Paulazzo quer dar mais e mais ao ouvinte mais céptico - que aos poucos e poucos começa a apreciar isto.

De destacar ainda e num plano menos positivo, que, por vezes, para uma criação de deathcore como esta, as longas passagens ambientais podem criar um certo aborrecimento ao ouvinte, ainda que sejam boas (parece que estamos a ver o Interstellar na parte final do álbum, o que torna isto um pouco estranho). A banda consegue redimir-se na última faixa - "Age" - e conseguimos sentir um pouco da raiva do início.

Dito isto e fora esta questão melódica, o álbum está muito bom, recomenda-se. Aegaeon, esperamos pela terceira viagem cósmica nas luas de Saturno.

Nota: 8.1/10

Review por Carolina Lisboa Pereira