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São dos grandes nomes do sludge nacional e no seu segundo disco conseguiram um impacto tão grande cá dentro como lá fora. Com o aproximar do Mosher Fest e ouras datas, fomos fazer um primeiro balanço após a edição de «Every Red Heart Fades to Black» e para isso contamos com a ajuda do Paulo Rui, baixista e vocalista.

M.I. - Entre a saída do disco e estas primeiras datas nacionais, houve um hiato com muito trabalho lá fora, como foi a digressão? Por onde passou?

Aquando da saída do disco ainda fizemos quase uma meia dúzia de shows em Portugal antes de partirmos em tour europeia! A Cold Heart Tour foi um sucesso em todos os aspectos... tivemos a “sorte” de também a partilhar com pessoas incríveis como os Cruelist, que foram a melhor companhia possível, passamos por bares e clubs fantásticos, vendemos muito merchandise, ninguém se magoou, o que é sempre um bónus quando se anda 18 dias em tour e tivemos uma aceitação e apoio brutal em praticamente todas as cidades! Foram dezassete shows seguidos, sem qualquer day-off, shows esses distribuídos por Espanha (1), França (6), Suíça (2), Alemanha (4), Bélgica (2), Holanda (1) e Catalunha (1)!


M.I. - Em Abril passado anunciaram um novo elemento. O que se passou? 

Sim é verdade, embora já tenha sido o Simões a fazer todas as datas da tour, a sua integração permanente na banda só foi oficializada em Abril, assim que regressamos da tour! O Pedro Simões é um campeão, demos-lhe uma prova de fogo e estamos muito orgulhosos dele e por ele, pois não é qualquer um que a pouco mais de três semanas do início da tour, aceita fazer estrada durante dezoito dias, aprender mais de dez músicas, saber que só teria um ensaio com a banda completa e mesmo assim não pensar duas vezes! Tudo isto porque eu já estava no Brasil com Besta e ainda iria de seguida para a Rússia com os franceses Verdun, quando ficamos a saber que por motivos profissionais e familiares não iria ser possível ao Miguel fazer a tour connosco, o que nos levou a tomar uma decisão muito rápida, mas como está à vista de todos, muito acertada! O Simões é alguém que já nos era muito próximo, até porque, tal como o Marcos, faz parte dos Juseph, então isso também teve peso na decisão de ser ele a tomar a guitarra, pois seria mais fácil para os dois delinearem e acertarem tudo enquanto eu estava fora, devido à intimidade e conhecimento mútuo!


M.I. - Foram anunciados para o Mosher Fest, que outras datas vem por aí?

Temos mais uma mão cheia de tempestades até ao final do ano! Iremos voltar a percorrer Portugal um pouco de norte a sul... temos Porto, temos Viseu, São João da Madeira, Lisboa, Algarve, Coimbra e alguns mais que estão a ser acertados! Queríamos muitos fazer estreias e ir a cidades/vilas/aldeias onde nunca fomos, esse era um objectivo que queria muito alcançar! E como referiste o Mosher Fest, vai ser bom voltar a Coimbra ainda mais fazendo parte do Mosher, que é levado para a frente por alguém de quem gosto e respeito e também  por partilhar o palco com boas bandas!


M.I. - Como está a correr a recepção a este disco?

Sinceramente está a ser óptima! Temos tido mesmo uma boa reacção, tanto em Portugal, como na Europa, principalmente França! Não é algo que nos tire o sono ou algo que nos eleve aos píncaros, mas é sempre bom ver o nosso nome em listas de melhores discos ou melhores bandas do ano claro... Faz-nos sentir bem e faz querer trabalhar mais e melhor, pois não levamos isto apenas como um hobbie, é  uma luta, é um trabalho e não vamos ser ingénuos ou dizer que não, pois ver o pessoal a comprar o disco nos shows, no bandcamp ou seja onde for e ver os euros a entrar na conta, é isso que faz a banda andar para a frente e gravar mais e melhores discos e fazer digressões e shirts e tudo o que envolve uma banda que é banda!


M.I. - E com essa reacção europeia, vem mais datas por aí?

A reacção na Europa está a ser muito boa e vamos aproveitar isso claro para voltar muito em breve à estrada “fora de portas”! E não posso deixar de referir que ainda estamos em falta com o Brasil, depois de termos cancelado/adiado a tour aquando do lançamento do split com o Basalt, grupo brasileiro, portanto isso será algo que vamos em breve começar a trabalhar para fazermos a travessia atlântica o mais breve possível!

Entrevista por Emanuel Ferreira