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No passado dia 13 de outubro, em Almada, ocorreu a primeira edição do Soul Rising Fest. Este evento de Hard Rock, organizado pela Soul Rising - Productions e pela banda Revenge Of The Fallen, teve como principais objetivos incentivar a organização de mais festivais com bandas rock e metal portuguesas e, essencialmente, recriar os tempos áureos da mítica sala de espetáculos da Incrível Almadense.

À chegada ao local, já algumas pessoas se juntavam à entrada do edifício e o soundcheck já se fazia ouvir. Era hora de assistir aos concertos das 7 bandas confirmadas: Witness My Fall, Inner Blast, Revenge of The Fallen, Scarmind, The Temple, Blame Zeus e Nine O Nine.

Apresentada a primeira banda, ainda com pouca audiência, Witness My Fall começaram o concerto às 16:20, com o seu primeiro single "Bright Light", do álbum "Rise", de 2015. Passaram ainda por temas já conhecidos do público, como "Last Night On Earth" e "The Edge", acabando a sua atuação com a sétima e última faixa, "We Are One". Witness My Fall proferiram algumas palavras de incentivo aos produtores, no sentido de apostarem mais em festivais de metal português (ainda que a banda não se insira no estilo musical) e de voltarem à utilização daquele mesmo espaço para grande noites de música.

Após uma pausa e um breve soundcheck, Inner Blast foram a segunda banda a atuar, desta vez com a chegada de mais público. Embora alguns contratempos iniciais, a nível do som, rapidamente resolvidos, a banda conquistou a plateia, começando por cantar "Private Nation", e continuando com algumas faixas do ábum "Prophecy" de 2016, como Darkest Hour, Wings Of Freedom e Feel The Storm. 
A vocalista de Inner Blast, destacou a música Throne of Lilith, afirmando que foi escrita por ser uma referência à mitologia. O concerto terminou, assim, com "Insane".

Apesar da baixa adesão ao festival, sendo o estado do tempo uma das possíveis condicionantes (aviso de encerramento da ponte 25 de abril devido à tempestade Leslie), a audiência foi sempre aumentando ao longo do dia. Nas pausas para o soundcheck, aproveitava-se a ida ao bar para os comes e bebes.

Revenge Of The Fallen, cujo vocalista Cláudio Santos foi um dos organizadores do evento, iniciaram o seu concerto às 18:30. Apesar dos poucos concertos que os elementos deram em conjunto, a banda subiu a palco com energia, conseguindo surpreender os espectadores que não os conheciam. A banda tocou as faixas do seu EP "Pareidolia", sendo as mais conhecidas "Vicious Pride", o seu 1º single, "Spinning Around" e "Tears", a sua última criação. Dedicaram ainda a faixa "Memories" a "Bifes" da banda Simbiose, que faleceu semana passada em consequência de um acidente de viação no regresso do Festival Bardoada. O vocalista sugeriu ainda que o público procurasse, a título de curiosidade, o significado do nome do seu EP "Pareidolia", ideia do guitarrista Fábio Gil. O concerto terminou com "The End Of The World", sendo que Revenge Of The Fallen tiveram de encurtar o concerto devido aos atrasos no início dos mesmos.

Foi a vez de Scarmind subirem a palco. Quim Ventura, o vocalista da banda, foi outros dos elementos subjacentes à organização do evento. A banda tocou as músicas do seu EP "Newborn", que tem apresentado nos seus últimos concertos. Para além de tocarem a faixa "Greater", foram a segunda banda a dedicar uma música a "Bifes", desta vez "Things Left To Say". O vocalista afirmou que, apesar de o estilo de música que tocam não ser o que "Bifes" defendia, esperava que ele os estivesse a ouvir. Foi também a altura de ser apresentado o novo baterista de Scarmind, Pedro Rijo, irmão do guitarrista João Rijo de Abaixo Cu Sistema. O concerto terminou com "Do Better", com o intuito da banda em deixar uma mensagem de paz, aconselhando a não prejudicar o próximo e a dar sempre o seu melhor. A interação com o público marcou este concerto.

Anunciada uma pausa para comer antes do concerto de The Temple, eram cerca das 21:00 quando a organização do evento comunica que, devido ao mau tempo que se fazia sentir, a banda teria sido obrigada a cancelar o concerto, recomeçando o festival as 22:00. Durante este tempo, fez-se sentir a animação no bar da sala de espetáculos. A simples ementa (pão com chouriço, bifana no pão, batatas fritas), para além da cerveja, repôs energias para os próximos confirmados.

Blame Zeus foram a penúltima banda a tocar, com início às 22:00. Com já alguns anos de experiência, a banda iniciou o concerto com bastante energia. Começaram por tocar "Slaughter", "Speechless", apresentando depois o novo tema "Dejà vu", e fechando com "Miles" e "Apprentice". O público, muito mais participativo agora, pediu para que a banda tocasse mais uma música, ao que a mesma respondeu que não poderiam fazê-lo por falta de tempo. Dada a insistência do público, este desejo foi concedido e Blame Zeus tocaram ainda "Falling Of The Gods" e "All Inside Your Head".

A animação no bar continuou, até que foi a vez de Nino O Nine, o novo projeto do guitarrista Tó Pica, terminar esta edição do Soul Rising Fest, iniciando-se às 23:25. Começaram por tocar "The Time Is Now", a faixa-título do seu único álbum, seguindo para "Find The Way Back Home" e passando por uma cover de Depeche Mode "Never Let Me Down Again". Neste último concerto foi de destacar a interação da banda entre si, bem como o único mosh pit do dia. 

E assim terminou a primeira edição deste evento, que podia ter tido uma adesão superior, fez passar e recordar bons momentos em Almada.

Para os resistentes, after-party deu-se no Quiet Riot Bar, com o baterista de Revenge Of The Fallen, Carlos Araújo (Dj Carlão, Rockline Tribe) a passar música.

Texto por Carla Amaral
Fotografias por Hugo Rebelo
Agradecimentos: Soul Rising Productions