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É a própria promotora que o diz: Amplificasom não rima com atrasos, e a verdade é que mais uma vez a promessa foi cumprida. 


Eram cerca das 20:30 quando os Hacride entraram em palco com a sempre difícil tarefa de iniciar o concerto e o quarteto francês não desiludiu, pondo de pé um curto mas poderoso concerto. Já com 4 álbuns lançados, o foco da actuação passou pelo mais recente "Back To Where You've Never Been", com inevitável destaque para "Overcome", um dos singles desse mesmo disco.





Com um som instrumental e marcadamente mais "calmo", os Tides From Nebula mudaram completamente o rumo do Post-Amplifest. 40 minutos de hipnose em forma de acordes capazes de nos transportar ao frio da Polónia, felizes por termos a banda como comandante desta viagem alucinante. Tempo mais que suficiente para um "vocês foram o melhor público da tour", ao qual o público respondeu bem, tendo esforçado-se ainda mais para merecer o título.




Ironia, ou talvez não, foi com "I won't Forget" que os Shining começaram aquele que viria a ser, por opinião unânime, um concerto inesquecível por parte da banda norueguesa. Pela primeira vez em Portugal, o quinteto comandado por Jørgen Munkeby deu um espectáculo para o qual é difícil arranjar palavras para descrever. Sempre bastante sorridente e comunicativo, o vocalista, guitarrista e saxofonista levou ao auge o público presente na sala 2 do Hard Club. Com pouco tempo mas muita vontade, a actuação foi baseada em "One One One", o último disco do grupo, não esquecendo no entanto temas mais antigos e ainda uma cover de "21st century schizoid man", para delírio dos fãs de King Crimson (que, aparentemente, eram bastantes) que se encontravam no espaço. Tempo houve ainda para alguma aprendizagem, dizendo Munkeby que os Shining começaram como um quarteto de jazz, seguindo-se aquilo a que o próprio apelidou de "jazz beats", em jeito de improvisação, fazendo aproximar-se o fim daquela que foi uma actuação que ficará durante muito tempo guardada na memória de grande percentagem da sala.



A fasquia ficou bastante elevada mas os The Ocean não se deixaram intimidar e entraram em palco dispostos a dar tudo. Com direito a "Pelagial" na íntegra, a banda usou o novo álbum como ponto de partida para um poderoso e envolvente concerto ao qual a audiência respondeu bastante bem, mostrando que o disco já rodou muitas vezes na casa de cada um. Sempre com imagens referentes às músicas a passar como pano de fundo, todo o conceito do álbum foi posto em palco desde o primeiro momento por parte do grupo Alemão. Loïc Rossetti, sempre meio tímido, passou maior parte da actuação na parte de trás do palco, facto que foi depois explicado pela banda no Facebook, sendo a justificação a de que o vocalista terá torcido o tornozelo na noite anterior. Nada que tornasse a pouco mais de uma hora de actuação a que o quinteto teve direito menos poderosa. O pouco tempo que sobrou além das malhas de "Pelagial", foi dedicado pelo grupo a "Heliocentric", de 2010, sendo "Shamayim" e "Firmament" as músicas escolhidas. O derradeiro tema foi "Orosirian (For the Great Blue Cold Now Reigns)", trazendo com ele uma enorme sensação de nostalgia por ter chegado ao fim o ciclo Amplifest de 2013.


São concertos destes que tornam os dias chuvosos no Porto mais quentes e bonitos. Um cartaz perfeito para terminar as festividades do Amplifest 2013 que, recorde-se, este ano teve pré e post sessions. Já é permitido ter saudades.. Até para o ano, Amplifest!


Texto por Bruno Correia
Fotografias por Miguel Oliveira
Agracedimentos: Amplificasom