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No passado dia 5 de Julho, realizou-se a segunda edição do Viseu Rock Fest, um festival que misturou diversos estilos de rock e metal num só dia, cujo cabeça de cartaz foi a mítica banda de death metal sueco, God Macabre. 

A abertura do festival ficou a cargo dos The Dukes of Speed e da sua sonoridade rock n roll “à moda antiga” e, apesar do número reduzido de espectadores, o grupo entrou em palco com toda a energia e não desiludiu. De seguida actuaram os Processing Cut Mode. Donos de uma sonoridade bem mais pesada, deram um concerto rápido e animado, que pedia mais movimento do público, algo que não chegou a acontecer. No entanto, a banda não desanimou e fez um bom trabalho.  Os Skinning vieram de Guimarães com uma sonoridade destruidora e agressiva, tal como a banda que os precedeu. Estes trouxeram consigo o seu álbum de estreia lançado este ano, “Cerebral Mutilation”. Apesar de serem uma banda com muita técnica e qualidade musical, a sua presença em palco não foi das melhores e não conseguiram despertar muita emoção ao público presente, embora tenham dado um bom concerto. Seguiu-se a actuação dos Inkilina Sanzabra, um grupo de rock industrial cantado em português, o que despertou a curiosidade dos presentes. Esta é uma banda que conta já com alguns anos de carreira mas que ainda são relativamente desconhecidos por parte do público português.  Uma das bandas que mais cresceu no último ano, os Destroyers of All, tocaram a seguir. O grupo, originário de Coimbra, subiu ao palco pronto a mostrar aquilo que faz de melhor e foram recebidos como se uma “banda da casa” se tratasse. Com uma sonoridade poderosa, estes tiveram a primeira massa de público mais composta da noite, com headbang e tentativas de mosh pit. A setlist contou com as músicas que fazem parte do EP de estreia do grupo, “Into the Fire”, assim como uma cover da “The Phillosopher” de Death e uma nova música a contar do seu próximo lançamento, “Death Healer”. Booby Trap foi o acto que se seguiu. Apesar de se terem apresentado em palco à hora de jantar, deram um concerto cheio de energia e conseguiram transmitir um bom vibe. Contúdo, nem todos os presentes responderam da forma mais entusiasta à prestação da banda, que apresentou os seus temas e ainda uma cover interessante da música “Ace of Spades”, de Motörhead.  Foi já debaixo de chuva que os espanhóis Aposento subiram ao palco para apresentar o seu death metal após uma paragem de mais de uma década. Na bagagem trouxeram o seu album de estreia, auto-intitulado. A actuação não desiludiu, e deixou muitos curiosos com a sonoridade da banda espanhola. Estes são com certeza um acto a seguir mais de perto, e uma boa adição à cena underground na península ibérica. A próxima banda a subir ao palco foi uma das bandas mais conhecidas e aclamadas da cena nacional nos últimos anos, os Switchtense. Estes continuaram a onda de destruição e caos, como já vai sendo habitual. Foi um excelente concerto, tal como muitos outros, sem nada a apontar. Os God Macabre são daqueles grupos que dispensam apresentações para todos os fãs de death metal. Depois de uma pausa de vinte anos, o grupo voltou a tocar ao vivo, e demonstrou estar numa forma incrível. Aquele que era o momento mais aguardado da noite para muitos, não desiludiu. À luz das velas, pois momentos antes houve mais uma falha electrica no recinto, o concerto ganhou contornos ainda mais intensos e mágicos e foi tudo o que seria de esperar deste grupo sueco. Os clássicos do grupo como “In Grief”, “Spawn of Flesh” e “Into Nowhere” fizeram parte da setlist do concerto. O final da noite ficou a cargo dos espanhóis Display of Power, uma banda de covers de Pantera. Foi o final perfeito para uma grande noite de concertos, com o pessoal a queimar as energias que lhes restavam ao som dos maiores clássicos de Pantera como “A New Level”, “I’m Broken”, “Cowboys from Hell” ou “Walk”. 

Para terminar, este Viseu Rock Fest vai ainda na sua segunda edição mas conseguiu proporcionar uma boa tarde/noite de concertos, com muito bom ambiente. Tem certamente potencial para crescer. Este festival, juntamente com o já mítico Mangualde Hardmetal Fest, estão a colocar a zona de Viseu no mapa dos apreciadores de heavy metal, sendo cada vez mais um ponto de paragem no panorama do metal nacional.

Reportagem por Rita Limede
Agradecimentos: Rocha Produções