• Facebook
  • Myspace
  • Twitter
  • Google+

Candidata-te

A Metal Imperium encontra-se a recrutar colaboradores para redação de notícias, reviews de álbuns ou entrevistas a bandas.

Quem quiser fazer parte desta equipa poderá candidatar-se contactando-nos por email: metalimperium@gmail.com



Reviews Mais Recentes

Uada - Cult of the Dying Sun


Occultum - In Nomine Rex Inferni


Monolithe - Nebula Septem


Morag Tong - Last Knell of Om


Haunted - Dayburner


Djevel - Blant Svarte Graner


Raw Decimating Brutality - Era Matarruana


Czort - Czarna Ewangelia


Kinetik - Critical Fallout


Dopethrone - Transcanadian Anger


Abhor - Occulta ReligiO


Refuge - Solitary Men


Sevendust - All I See Is War


Black Fast - Spectre of Ruin


Sleep - The Sciences


Tomb Mold - Manor of Infinite Forms


Taphos - Come Ethereal Somberness


Wrath Sins - The Awakening


Judas Priest - Firepower


Bleeding Through - Love Will Kill All


Ihsahn - Àmr


Alkaloid - Liquid Anatomy


Filii Nigrantium Infernalium - "Fellatrix


Amorphis - Queen of Time


Ghost - Prequelle


Angelus Apatrida - Cabaret de la Guillotine


Bleed From Within - Era


Painted Black - Raging Light


Necrobode - Metal Negro da Morte


Pestilence - Hadeon


Tortharry - Sinister Species


Inframonolithium - Mysterium


Somali Yacht Club - The Sea


Dallian - Automata


Concertos em Destaque

Tradutor

Entrevistas Mais Recentes



































Alcest revelam detalhes sobre novo álbum

Depois de um longo e intenso período de trabalho no Drudenhaus Studio, os Alcest anunciaram o término das gravações do seu sexto registo. (...)

Korn lançam novo álbum em setembro e divulgam novo single

Os Korn preparam-se para lançar o seu novo álbum, "The Nothing", no dia 13 de setembro, através da Roadrunner/Elektra

Killswitch Engage lançam novo single

Os Killswitch Engage continuam a antecipar o seu novo álbum. Para o efeito, a banda divulgou agora o primeiro single do mesmo, "Unleashed", que pode ser ouvido (...)

Testament - Novo álbum será lançado no princípio do próximo ano

O vocalista Chuck Billy e o guitarrista Eric Peterson revelaram há dias, no festival francês Hellfest, que gravaram todas as faixas para o próximo álbum (...)

Possessed, Burn Damage @ RCA Club, Lisboa – 18Jun2019

Quando eu era um jovem apreciador de metal, nos finais da década de 80, Portugal era um deserto no que toca a concertos de sons mais pesados, e quando havia algum, por exemplo no mítico Pavilhão do Dramático de Cascais, (...)


Quantos de vocês poderão afirmar categoricamente que conhecem uma banda do Luxemburgo? Pois é, se não conheciam passam agora a conhecer através dos My Own Ghost. Mas será a proveniência do coletivo o seu único ponto de interesse? À partida poderá parecer que sim, mas uma escuta aprofundada de Love Kills revela no entanto algumas surpresas. 

Para já estamos na presença de uma banda cuja voz e delicadeza do som, nos remete quase que instintivamente para o universo Americano das vozes femininas, com Paramore e Flyleaf logo à cabeça. Contudo e pese embora seja inegável a influencia pop no seu som, os My Own Ghost parecem ser um pouco mais criativos do que os nomes supracitados. Afinal de contas, sem o “apoio” de uma indústria discográfica como a norte-americana, tarefas como a escrita, produção e promoção, terão que ficar quase que exclusivamente dependentes da banda, isto para não falar de que tal indústria é praticamente irrelevante no Luxemburgo.

Como tal Love Kills não é um irritantemente perfeitinho e unidimensional disco, mas sim o mais do que satisfatório resultado da grande coesão entre Fred Breve e David Soppelsa nas guitarras, Joe May no baixo e Michael Stein na bateria, aos quais se sobrepõe a voz de Julie Rodesch, que pelo seu agradável timbre e talento, acaba naturalmente por ser o grande ponto de interesse deste lançamento. Nele encontramos rockalhadas enérgicas como Broken Mirror e Free Fall, refrãos bem orelhudos como Waiting in the Wings e Bad Love, batidas electrónicas aqui e ali, bem como temas derivados do piano como Silence, ou até sonoridades a fazer lembrar The Cure. Decididamente fica a ideia de que este disco comporta as diversas influências musicais dos elementos deste coletivo, o que é normal tendo em conta tratar-se do seu primeiro lançamento, e sendo ou não ainda uma busca pelo seu some, a verdade é que essa heterogeneidade acaba por dar ao disco um travo especial.

Naturalmente que os My Own Ghost ainda têm muito que aprender e evoluir, especialmente na altura de dar um cunho mais pessoal e carismático nas suas canções, para que possam assim distinguir-se, de forma mais categórica da concorrência. Para já ainda na modesta (mas que tão boas bandas tem descoberto) Inverse Records, mas prontos a dar o salto num futuro que se prevê auspicioso. Um bom disco para quem não tiver problemas com um metal rock meio apopalhado.

Nota: 8.4/10

Review por António Salazar Antunes