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Duas músicas. Trinta e seis minutos. Parece ser a fórmula dos primeiros trabalhos do Mortiis, mas não, não se trata de ambient/dark wave algo auto-indulgente. Pelo contrário. Este álbum de estreia, auto-intitulado, dos norte-americanos Canyon Of The Skull caminha pela linha estreita do doom monolítico que tem tanto de sludge como de stoner e que vai beber muito do seu feeling ao instrumental do proto-domo da década de setenta. Instrumental é a palavra certa, já que o doom que o duo norte-americano emprega faz apenas uso de bateria, guitarra e baixo.

Ou seja, tem tudo para ser um desastre momumental. Instrumentais. Um com quase dezoito minutos e outro com dezoito e meio. Se o doom é difícil de cativar devido à falta de dinâmica que faz parte inererente ao estilo, o que dizer de doom instrumental? No entanto, existe uma arma que os Canyon Of The Skull não se importam de usar. O groove. É o groove que faz com que cada uma destas faixas soe a jam, que permite que a repetição seja bem vinda, porque a mesma embala o ouvinte, fazendo-o aninhar-se no seu corpo antes de sair do mesmo.

Se esta fosse uma experiência ciêntifica, a sua conclusão seria em como é possível o ser humano alhear-se da realidade ao som de música. O tempo encurta, conforme se fica preso nesta sucessão de notas. Obviamente que não é música para ouvir todos os dias ou para todos os ouvidos, no entanto, isso não diminui em nada a sua eficácia. Dois temas, com uma surpreendente dinâmica - embora o primeiro tema, "The Path (Of Bear And Wolf)" seja mais dinâmico que o segundo, o tema título. Lançado em edição de autor, este aparenta ser a revelação de um projecto que tem muito para dar aos amantes do doom monolítico.


Nota: 7.6/10

Review por Fernando Ferreira