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Não há dúvida que em relação às duas reedições mencionadas atrás, que tivemos oportunidade de ouvir para comentarmos aqui nestas páginas, existe uma evolução enorme. Se tal não acontecesse, estaríamos muito mal já que mais de trinta anos separam os lançamentos em questão. No entanto, e tirando alguns tiques, como o riff da “Dance Of The Black Tatoo”, não se pode dizer que seja uma proposta propriamente representativa daquilo que é o hard’n’heavy hoje em dia – também temos que confessar que o hard’n’heavy de hoje em dia vai sempre buscar muito a um passado mais longínquo ou não.

Temos uma produção forte e cristalina, não deixando de ser orgânica, o equilíbrio entre os tempos modernos e as raízes da própria banda. Musicalmente é como se tivéssemos o hard rock da década de setenta, misturado com alguma da irreverência do hard rock da década de oitenta. O mérito dos No Bros é fazerem com que tudo isto que tinha tudo para soar a requentado e a bafio soe bem e original, mediante do possível. É um álbum que para quem continua a seguir a carreira de uns Deep Purple não encontrará dificuldades em apreciar. Não será propriamente um trabalho memorável, mas também não apresenta nenhum problema. Pelo contrário, cumpre todos os requisitos que um bom trabalho de hard’n’heavy é suposto cumprir.


Nota:
7/10


Review por Fernando Ferreira