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Dois anos após o EP "Metal Police, os suecos javardos estão de volta. Esta banda já tem mais de vinte anos mas nunca conseguiu impressionar o suficiente para que fosse notada além do reduto underground de onde surgiu. Aliás, de certeza que confundiu muitos, aqueles que pensavam de que se tratava da banda norueguesa de black metal (no início da carreira, eles não tinham o "h" para diferenciar). É com este espírito que chegamos a este álbum, o que é sempre contraprocedente, já que é necessário estar com a mente e espírito aberto para qualquer coisa na vida, principalmente na análise de música, mesmo que as experiências prévias sejam negativas.

Temos treze músicas em trinta e seis minutos que demoram algum tempo a passar. Não é a questão dos lugares comuns que fazem com que esta banda seja uma banda de tributo aos Motörhead e Venom (ao mesmo tempo) e que esqueceu-se de como tocar os clássicos e começa a improvisar. Não é dizer que "Too Loud To Live, Too Drunk To Die" soa como se tivesse sido feito em cima do joelho. Apenas não soa a nada de especial. Claro que tem aquele encanto javardo que faz com que gostemos tanto dos Motörhead e Venom e tem alguns momentos que consegue cativar, como o tema título, mas fica muito pouco após findada a audição. A única coisa que fica é a capa, que é boa.

É sabido que a Metal Blade é eclética e que tenta manter os seus pés bem assentes no underground, mas ir buscar esta banda às profundezas do esquecimento sueco se calhar é rigor a mais. Não é mau (ou melhor é, mas é o ser mau que lhe confere alguma qualidade), apenas é fraquinho. Tem os mesmos argumentos dos anteriores álbuns, o que tendo em conta que já não eram famosos, não seria também agora que ficariam bons. Poderia ficar aqui a noite toda a debitar comparações, metáforas e adjectivações quando no final basta dizer que este quarto álbum dos Gehennah seria evitável mas já que a banda não o evitou e a editora ajudou, resta ao ouvinte evitá-lo.


Nota: 4/10

Review por Fernando Ferreira