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O metal progressivo dos alemães Ivanhoe está de volta, com o seu sétimo trabalho. A banda apresenta mais uma vez mexidas na formação, desta vez com um novo baterista (Rob Kudlek) e um novo vocalista (Alexander Koch, ex-vocalista de bandas como Winters Bane, Spiral Tower e Powergod). Não se pode dizer que estas mexidas tenham tido algum impacto no som da banda, pelo menos no que diz respeito à composição. Depois de um intro instrumental na forma de "Alert", "Light Up The Darkness" prova isso mesmo, que a identidade musical da banda está intacta, para o bem ou para o mal.

Existe alguma proximidade a Queensrÿche, principalmente pela abordagem de Koch que faz lembrar o pouco Geoff Tate, o que há partida pode parecer um mau príncipio já que a banda andou uns vinte anos (ou mais) perdida, mas aqui essa proximidade é positiva, mas além disso, no fundo, há pouco a destacar deste sétimo trabalho. A questão com o metal progressivo é que existe um equilíbrio que é feito entre a herança do rock progressivo e a do heavy metal e se esse equilíbrio for deficiente, é suficiente para que a coisa não corra lá muito bem.

Não é que "7 Days" seja um mau trabalho, que definitivamente não é. Apenas não consegue empolgar nem tem ganchos suficientes que nos façam voltar, vez após vezes, para o ouvir. É certo que se vai instalando após algumas audições, mas para atingir essas mesmas algumas audições terá de haver uma motivação que o álbum não consegue dar. No nosso caso a motivação foi mesmo que esse é o nosso propósito. De outra forma, depois da primeira audição e de verificarmos que se trata de um álbum algo maçudo, seria encostado a um canto para nunca mais se pegar nele. Os fãs de metal progressivo vão gostar e mesmo assim poderão ter algumas dificuldades.


Nota: 6/10

Review por Fernando Ferreira