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O duo conhecido como Spektr está de volta dois anos após o lançamento de “Cypher”. Para quem não se recorde, “Cypher” mostrava uma banda que deambulava pelos caminhos nem sempre muito certos do industrial embebido em black metal. Após esta lembrança do que já lá vai, olhemos para o que temos aqui. “The Art To Disappear” não se pode dizer que seja muito diferente de “Cypher”, mas se formos a mergulhar um pouco mais fundo, o que podemos dizer é que é ligeiramente mais electrónico, mas também ligeiramente mais pesado. Se antes haviam duas facetas distintas da banda, agora essas duas facetas estão mais afastadas de si.

O que é bom, traz um certo ar fresco, que é sempre bem vindo.

No que ao black metal diz respeito, a abordagem é dissonante (claro, ou não fossem os Spektr franceses) e mais acentuadamente extrema. Por outro lado, o uso que o duo faz da electrónico é dono de uma atmosfera opressiva mas também não vira as costas ao groove. São duas facetas aparentemente inconciliáveis mas a banda até consegue fazer com que resulte, pelo menos na maior parte do tempo. “From The Terrifying To The Fascinating” é um bom exemplo desse sucesso. No entanto também temos exemplos onde o resultado já não é tão eficaz como a “That Day Will Definitely Come” (embora este tema tenha uma costela quase progressiva que o torna um dos temas mais interessantes do álbum.

Ainda assim, é um trabalho interessante, para quem gosta das experimentações dentro do mundo do black metal – algo que nem sempre é comum encontrar, fãs de black metal que gostem de experimentações. Algo desequilibrado principalmente pela forma como a transição entre os dois mundos nem sempre é suave ou bem sucedida – os interlúdios e intros que tem também não facilitam a tarefa – e acaba por soar como uma manta de retalhos, sem a fluidez que um álbum de originais deveria ter. Acaba por ser uma ligeira decepção em termos de álbum, embora individualmente, música a música, se note que um passo em frente foi dado.


Nota:
6.7/10


Review por Fernando Ferreira