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Provavelmente pensarão em nós como aqueles hooligans que vão ao futebol apenas para arrear nos velhotes e nas crianças mas não é de todo esse o motivo pelo qual nos predispomos a fazer constantes análises de álbuns de metalcore. A principal razão porque o fazemos, nem sequer é por amor à música, é mesmo a nossa capacidade incrível de gostarmos de sofrer. Não temos uma certeza absoluta disto, mas neste momento assume-se como uma das razões mais prováveis e lógicas. E isto já dá uma excelente indicação daquilo que podemos encontrar aqui.

Basicamente é seguir o livro de regras do género, juntando-lhe aquela apetência para os coros bem emo, o que, sinceramente, não joga a seu favor e temos aqui mais um álbum que se tivesse sido lançado anos atrás poderia ter explodido tal como todos os outros que foram lançados nessa altura. A banda também não é propriamente novata, o que também não abona propriamente a seu favor, já que já tinham idade para ter juízo. Agora numa nota mais séria e menos zangada, este “Sleepless” surge com uma produção moderna e sem falhas cujo grande problema é mesmo de todos, soa a plástico. Mas começamos a ter a ideia de que o problema está mais na música, composição, do que propriamente na produção.

Não há um momento aqui que se apresente como algo que já não esteja esbatido quinhentas mil vezes – assim como estas frases que já começam a ficar autênticos chavões – e a sensação de déjà vú é bem forte. O que é dizer que este é um trabalho sobretudo para os fãs da coisa e que querem precisamente ouvir isto o que nos deixa no ar uma questão quase filosófica:

“Será errado as editoras apostarem naquilo que o público quer?”

O que depois leva a outra questão igualmente válida:

“Não é suposto as editoras terems também a obrigação de criar tendências, pelo menos que sejam de qualidade?”

Pois… não temos resposta.

Nota: 4/10


Review por Fernando Ferreira