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Os primeiros momentos da "Deathrace" prometem tanto que quando entra a voz, a desilusão é algo violenta. A banda começa como qualquer banda clássica de thrash metal começaria caso estivesse a lançar um álbum na viragem da década de oitenta para a de noventa, no entanto a voz meio gutural, meio regurgital acaba por causar um choque forte que nem mesmo as harmonias à la Iron Maiden conseguem fazer esquecer, pelo menos nos primeiros tempos. A verdade é que as longas passagens instrumentais da dita música faz com que se esqueça a voz mas a desgraçada teima em aparecer.

Se este álbum fosse instrumental, seria a maior bujarda tradicional que o mundo do metal veria em 2016. Como não é isso que acontece, acabamos por passar o álbum todo a ter o mesmo tipo de reacção quando a voz entra. Não é que não apreciemos música extrema (por amor de Zeus, isso nunca), é apenas ter a noção de que este tipo de voz além de não lembrar o diabo, soa completamente desajustada por aqui. Imaginem um Peter Steel a cantar músicas dos Carnivore cheio de efeitos na voz a tentar cantar como Oderus Urungus dos Gwar, isto debaixo água e depois de ambos terem falecido.

Isto de uma banda que teve uma primeira encarnação de 1984 a 1987, voltando depois em 2014 para lançar agora o primeiro álbum até pode soar estranho - e aguça-nos a curiosidade para ver como soavam nessa altura - mas a verdade é que este álbum de estreia poderia ter um impacto bem maior com uma outra solução em termos vocais. Ainda assim, entretém e é possível apreciar a qualidade instrumental de temas como "Void", "Heads In The Sand" e "Frost Of Inferno" sem grandes dificuldades. Fica à consideração e tolerância de cada um.

Nota: 6.7/10

Review por Fernando Ferreira