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É depois de uma excessivamente dramática e teatral "The Curse", a servir de intro, que o ouvinte é bafejado com uma dose de thrash metal norueguês ao mais alto nível quer de qualidade quer potência. "Sleepwalker" é o segundo álbum dos Critical Solution, que nos chega pelas mãos da mais recente arrebanhadora de talentos thrashers por esse mundo fora, a Punishment Records, e é um trabalho para lá de sólido, que nos apresenta uma banda cheia de raça e técnica, uma mistura demolidora que faz lembrar o impacto que os Annihilator tiveram com o seu álbum clássico "Alice In Hell" - ouçam o tema título para se ter uma boa ideia do que estamos a falar.

Já que estamos a falar de comparação, o seu som, além da referência aos Annihilator, também tem o seu quê de germânico, sendo que os Paradox, nos seus momentos mais brutos, são uma das bandas que nos vêm à mente, principalmente pela abordagem vocal. Por outro lado, a presença da influência norte-americana também se faz sentir - aquela "Welcome To Your Nightmare" parece que tem ali momentos que foram elaborados pelos Testament - mostrando que a banda não se limita no que diz respeito às referências do seu thrash metal.

"Sleepwalker" é um álbum diverso (onde até nem falta a bela da power ballad, na forma de "Blood Stained Hands" - e que seria do thrash metal sem uma power ballad?) e muito forte, mas também um pouco desequilibrado no seu alinhamento, onde temos uma faixa instrumental como a "Murder In The Night" a surgir após a tal power ballad, o que provavelmente não foi a decisão mais acertada, já que quebrar o ímpeto. "Lt Elliot", por exemplo, benefecia da pedrada no charco que é a "Evidence Of Things Unseen", mas mesmo assim parece muito colada ao tema clássico "Black Sabbath", sem conseguir chegar aos níveis de interesse do mesmo e soando um pouco confusa. E após sete minutos disto, temos onze minutos da "Dear Mother", que tem uma intro que poderá estar no álbum "Fear Of The Dark" dos Iron Maiden e depois uns leads que fazem lembrar a "Mother Russia" do "No Prayer For The Dying".

É um bom trabalho, que impressiona pela sua energia mas que depois não consegue manter o ritmo. Ainda assim, é um trabalho muito interessante, de uma banda que demonstra ter capacidades para chegar bem mais longe.


Nota: 7.5/10

Review por Fernando Ferreira