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Jazus! Com a entrada da "Picking Up Change" apetece mesmo entrar numa luta de martelos. No bom sentido, claro, se é que isso faz sentido. É o poder da música, tem a capacidade de nos fazer pensar em coisas parvas quando estamos entusiasmados, que é como ficamos com a primeira música deste "Profound And Profane", a estreia dos norte-americanos Hammer Fight. É uma excelente apresentação para qualquer banda e para o segundo álbum dos Hammer Fight ainda melhor, agora que estão na Napalm Records e já passaram três anos desde o lançamento do seu álbum de estreia.

O truque aqui é misturar thrash metal e heavy metal tradicional. Não parece grande truque, não é? Afinal, em 1983, já os Slayer e os Metallica andavam a fazer o mesmo, no entanto, a pergunta que todos vós têm que vos fazer é... como soariam os Metallica e os Slayer hoje? Não, não estamos a dizer que soariam aos Hammer Fight (embora pudessemos dizer isso, só porque sim) mas era apenas para vos aproximar mais ou menos do ponto onde "Profound And Profane" nos deixa. Num ponto em que temos uma banda jovem, cheia de garra, que junta o melhor de dois mundos, do thrash (e por vezes do thrash/death como na "Into The Dark") e do heavy metal, clássico e tradicional, cheio de melodias e harmonias no ataque duplo das guitarras.

E para fazer tudo ainda melhor, temos o facto das músicas serem excelentes - não se trata apenas de ficar-se fascinado com o conceito (que é mais velho que muita gente) é ter-se também algo palpável na forma de músicas como "Good Times In Dark Ages", "Gods Of Rock'N'Roll" (que arraial de porrada que isto deve dar ao vivo), "Low & Broken" (a ideia dos Hammer Fight para balada de rock sulista) e "The Ultimate Sacrifice" que conseguem fascinar e apaixonar logo à primeira. Surpreendente álbum e banda surpreendente. Somos oficialmente fãs!


Nota: 8.5/10

Review por Fernando Ferreira