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Então e que diferenças temos em relação ao passado? Para já, um maior sentido de experimentação - e não, a banda não foge ao seu estilo habitual, mas permite-se a experimentar (ainda mais do que no passado) com melodias e ambientes típicamente celta o que é sem dúvieda um ponto positivo. O já mencionado "Godether", por exemplo tem um conjunto de melodias que se revelam vencedoras e apaixonantes, fazendo lembrar os seus conterrâneos, Primordial, enquanto uma música como "A Terrible Beauty Is Born" é totalmente acústica. Qualquer das umas é totalmente eficaz.

A eficácia é sem dúvida o ponto forte, já que nenhuma das cinco músicas é fraca, nem os interlúdios "Rust" e "Bone" e nem mesmo a repetição nos temas mais longos retiram a sua qualidade - aliás, até é capaz de acrescentar alguma já que o elemento hipnótico, quando bem conseguido, consegue ser muito positivo. Todavia, no final, é impossível não se ficar com um certo vazio. Pouco mais de trinta minutos não é realmente uma duração que se apresente para qualquer fã de doom metal e "Rust & Bone" acaba por soar mais a EP (muito culpa também dos já mencionados interlúdios) do que propriamente um álbum completo. Bom álbum, queremos mais, é esse o sentimento vigente.
Nota: 7.6/10

Review por Fernando Ferreira