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E agora algo completamente diferente. Os The Poisoned Glass surgem na ressaca dos Burning Witch em 1998, cujos ex-membros Stuart Dahlquist e Edgy59 acabaram por encarnar esta nova entidade - e entidade é a palavra correcta já que a música que temos aqui parece uma coisa do outro mundo. Para quem acha que tem os horizontes abertos, nada como ouvir temas como "Plume Veil" e "Toil and Trouble" ambas diferentes mas ambas com algo em comum (aliás como as restantes músicas), o desconforto parece ser o objectivo primordial. Esse objectivo é totalmente atingido.

Temos então drones em conjunto com alguma ambiência electrónica, junto a um som de baixo experimental que tem o efeito mais de teclado (ou até mesmo drone) do que propriamente de marcar o ritmo) que resulta numa série de músicas que são tudo menos de fácil audição, no entanto, conseguindo cativar, principalmente em certos momentos - o final da já citada "Toil And Trouble" é fantástico, numa música que poderia ser bem melhor não fosse a abordagem vocal de Edgy59. Ainda assim, no geral, é um álbum que tem bastante dinâmica e consegue manter o ouvinte (com os horizontes abertos, claro) agarrado.

Não é a típica proposta de ambient nem tão pouco é a típica proposta de drone. No fundo, não é típico no quer que seja, mas também não se trata de um romper tão grande com o que já pudemos ouvir em ambos o estilo. A vertente vintage é um ponto forte, como a tensão bem forte da "Eels" num tema que poderia servir como banda sonora para um qualquer momento de tensão de filmes como "Príncipe das Trevas" ou "Assalto à 13ª Esquadra", do mestre John Carpenter. Claustrofóbico e intrigante, é um trabalho indicado apenas para quem gosta de ser surpreendido e estimulado com música experimental que não tem nada (ou quase nada) a ver com metal.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira