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Para aqueles que desconhecem a entidade suiça chamada Rorcal, só teremos que relembrar a boa prestação do split com os nossos Process Of Guilt, sendo duas bandas que até partilham do mesmo espírito sofredor embora musicalmente exista uma apreciável distância, mas adiante que continuar com este raciocínio já é divagar demasiado. “Creon” é o quarto álbum de originais da banda e assume-se como uma pequena bomba misantrópica e apocalíptica. Pequena não pela qualidade mas pela quantidade. Apesar de se tratar de quatro músicas que totalizam quase uma hora de duração, no final fica-se com vontade de ouvir mais.

Vontade essa não recomendada por questões de sobrevivência, já que a miséria que é transmitida é de tal forma grande que, aliado ao vício provocado, é coisa para se ter uma depressão crónica galopante. No bom sentido, claro. Perceber os títulos dos temas é algo que exige a evocação do nosso lado mais poliglota (“Πολυνείκης”, “Ἀντιγόνη”, “Αἵμων” e “Εὐρυδίκη”), já que tem como conceito a história clássica da mitologia grega do assassinato mútuo de Polynices e Eteoclies e como o seu tio, Creon, rei, decide que Polynices não deve ser nem enterrado nem deve ter luto. Portanto… algo que se enquadra no ambiente geral da coisa

Independentemente do conceito e da parte lírica, o que interessa é mesmo a música que nos traz a intensidade do black metal (e o seu espírito e a sua potência) com algum experimentalismo próprio do pós-metal mas que mediante estes quatro temas colossos nem se nota e nem tem qualquer importância. É este o foco da coisa, não tem qualquer importância. Depois disto pode cair uma bomba que não tem qualquer importância. O nihilismo e insignificância dominam perante todas as maiores atrocidades que possamos ver, ouvir e sentir. É a maior dádiva de “Creon”. No bom sentido, claro.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira