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Nunca é tarde. É aquilo que os Wicked Maraya (a propósito, que raio de nome é este? Alguma indirecta à Mariah Carey?) nos provam com este segundo trabalho de originais, editado vinte e dois anos depois da estreia "Cycles" - pelo meio fica o período em que mudaram o nome para simplesmente Maraya e lançaram dois álbuns mais apoiados no rock alternativo vingente na época em vez do metal da sua estreia. Entretanto, ficou a lenda de que a banda teria gravado um álbum antes de "Cycles" e os boatos são verdadeiros, aqui está ele.

"Lifetime In Hell" foi gravado nos famosos estúdios Morrisound em Flórida, pelo próprio Jim Moris, em 1991 e é agora finalmente editado com duas novas músicas como brinde, representativas do seu som na actualidade. Para já, o que temos a dizer é que "Lifetime In Hell" envelheceu muito bem. Assombrada e sobrenaturalmente bem. Parece incrível como uma pérola como esta teve tanto tempo guardado na gaveta e como é que não foi lançado na altura - essa ainda não percebi. "Cycles" é um clássico desprezado é certo, mas este bate recordes, porque nem sequer foi lançado para que o pudessemos desprezar, foi desprezado pela própria banda"

Sem as influências mais alternativas da estreia, o que temos aqui é simplesmente o bom do power metal tipicamente norte-americano com algumas piscadelas de olho a sonoridades mais progressivas a lembrar os Queensrÿche (o tema título, "Tomorrow's Child" e "River Runs Black") enquanto outras são mais fortes e mais directas ("Crash & Burn (Idiot's Delight"), "Seizure" e "Johnny"). Mesmo que se diga que este é um trabalho que sofre dos males da falta de maturidade e de consolidação de ideias, não deixa de ser um álbum impressionante de metal (mais ou menos) tradicional. Quanto às novas músicas, "Fall From Grace" e "Suicidal Dawn" mostram que a banda não perdeu o toque e que um eventual terceiro álbum poderá surpreender (ainda mais).


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira