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E depois de três anos de ausência, é chegada a hora de dar boas vindas à máquina de porrada norueguesa – para aqueles que julgavam que Noruega só vem bacalhau e black metal, temos a informar que os Blood Red Throne têm quase vinte anos de carreira e que este é já o seu oitavo álbum de originais. Não temos grandes surpresas além da dose do costume de porrada death metal à qual já estamos acostumados mas que nunca nos fartamos. No entanto, e apesar desta boa recepção que existe do nosso lado, temos consciência de que os Blood Red Throne não são, incompreensivelmente, um nome unânime.

Poderíamos querer perder algumas horas do nosso tempo (e do vosso) para tentar analisar as razões disto acontecer, mas na realidade não vale a pena. Vamos mas é a “Union Of Flesh And Machine” que isso é que é importante. Aquilo que fica perfeitamente claro logo quando “Revocation Of Humankind” se começa a ouvir, é que não existem grandes mudanças ou alterações da sonoridade da banda. O death metal continua a soar bem mais norte-americano do europeu e a brutalidade é um dos factores inererentes a cada uma destas onze malhas.

Se em termos de surpresa, o impacto é mínimo, na qualidade dos temas, a história já é outra, já que temos groove ameaçador, leads de qualidade e no geral um álbum daqueles que os apreciadores de bandas como Cannibal Corpse, Hate Eternal e até Nile não deixarão de apreciar. Intenso, sem hipóteses para deixar respirar mas mesmo assim com dinâmica suficiente para que não se torne enjoativo em demasia, está aqui um excelente exemplo de como é possível fazer death metal bruto e de qualidade, de acordo com as regras e sem soar derivativo ou a déjá vú.


Nota: 8.2/10

Review por Fernando Ferreira