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Os Ringworm estão de volta. Já sabem o que isso significa, não sabem? Porrada de meia-noite. A mistura muito própria que a banda faz do thrash metal, death metal e do hardcore é daquelas que nos entusiasmam logo para a violência. No bom sentido, claro. Não é que seja algo muito transcendental no conteúdo ou até na forma. O que nos cativa é mesmo a energia bruta, energia essa que é uma constante nos seus concertos. Essa energia característica é aquilo que salta mais ao ouvido ao longo destes doze temas. Não é fácil transportar algo que quase não se consegue agarrar, mas a banda consegue fazê-lo com distinção.

"Snake Church" é o sétimo álbum da banda norte-americana e é também aquele que nos apresenta mais dinâmica, ou seja, mais formas de nos castigarem o cabedal. Para quem gosta só de coisas uptempo, poderá ficar surpreendido com um tema como "Shades Of Blue", que não só reduz o ritmo um pouco, como também o torna bem ameaçador e até algo hipnótico. É também uma boa representação da versatilidade da banda e também da sua evolução. Não existem razões para preocupação porque a violência continua bem presente, as letras e a voz continua tão zangadas como sempre. Apenas temos um pouco de abertura de horizontes.

Uma evolução segura, uma evolução na continuidade mas que os leva bem mais longe, em termos criativos, claro, do que algum seu disco fez no passado. É daqueles álbuns que não dá tréguas do início ao fim, que convida ao movimento, que convita à libertação de emoções e stress acumulados e atrofiados. Terapia, pura terapia e os medicamentes são malhões como "Brotherhood Of The Midnight Sun", "Shades Of Blue" e "Believer", apenas para citar alguns exemplos. Excelente regresso e uma excelente maneira para começar naqueles que ainda não os conhecem.


Nota: 8.5/10

Review por Fernando Ferreira