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Esta dupla de Ilinois tem uma particularidade bastante caricata sendo ela que, desde 2013 que lançam um álbum por ano – eu sei, não são os únicos – e sempre na mesma data: 1 de Janeiro. O facto dos seus lançamentos serem custeados pela própria banda permite estas coisas e muito possivelmente, desde 2013, que os álbuns dos Mechina devem ser o primeiro registo musical a aparecer e abrir cada ano com uma categoria destas é um fantástico serviço ao mundo da música. 

Os Mechina são um projecto quase exclusivamente de estúdio que já perdura desde 2004, onde a cada registo têm polido e polido o seu metal industrial sinfónico, primando sempre pela qualidade da sua sonoridade em cada lançamento anual, a qual, nos últimos 2-3 anos (entenda-se também “discos”) tem fluído cada vez mais para o épico e logo a abrir com a bombástica “Godspeed, Vanguards” levamos com uma explosão de intensidade que simplesmente não dá para largar. A bateria tem um lugar proeminente como seria de esperar num registo da área do industrial, sendo o martelo pneumático de serviço que distribui destruição cósmica enquanto que o reverso da moeda: as belíssimas passagens orquestrais e teclados complementam o lado bruto da música com uma brisa de ar puro rara de se sentir, por vezes até acompanhadas de voz feminina como em “The Synesthesia Signal” enfatizando ainda mais o lado mais sublime dos Mechina. Apesar da qualidade, “As Embers Turn to Dust” apenas vacila em dois temas instrumentais no meio do disco que se desenvolvem pouco e que acabam por se arrastar até terminarem; até podem funcionar como música ambiente, mas na totalidade do álbum, acabam por ser um quanto desnecessários, especialmente quando o próprio tema-título (o qual também é instrumental) consegue-se mostrar muito superior aos outros dois.

Explorar os mundos futuristas criados pelos Mechina é uma viciante e muito agradável experiência, seja neste disco, como noutro da banda. E, no início do próximo ano, se não existir qualquer problema, conta-se que os Mechina voltarão a brindar-nos com mais um poderoso disco à sua maneira muito própria de cantar as Janeiras.

Nota: 8.8/10 

Review por Tiago Neves