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O death metal nunca foi tão emocionante como no início dos anos 90, com bandas como Entombed, Necrophobic, Defleshed e Unleashed a oferecer algumas das melhores pérolas directamente da Suécia e ajudando a elevar o estilo a um nível totalmente inédito. Pelos vistos, para o supergrupo Firespawn, composto por membros de todos os grupos acima, ainda estamos na primeira metade dos anos 90.


M.I. - Obrigado pelo tempo que dispensaste para responder a esta entrevista, Viktor. Antes de mais, como é que surgiram os Firespawn?

Críamos os Firespawn para desfrutar um pouco mais do nosso tempo livre. Desde sempre que o death metal É um fator importante para nós e porque podemos conciliar a banda com todas as nossas outras bandas sem colidir com os assuntos dos Firespawn, decidimos criar uma banda que representa tudo o que o death metal old-school tem de melhor.


M.I. -O novo álbum é um marco quando comparado ao anterior "Shadow Realms". No entanto, e embora o death metal da velha guarda esteja a viver uma segunda vida, vocês adicionaram o vosso toque próprio ao álbum: não é death metal melódico, não é death metal old-school e não é death metal brutal, mas uma mistura de tudo. Sendo fiel ao que sempre foste, achas que manter as coisas realistas e honestas produz um resultado melhor? Pergunto por saber que isso é algo de nitidamente importante para ti.

Sim, de facto. O novo álbum é mais agressivo e menos melódico, concordo, embora tenhamos partes melódicas aqui e ali. Nós sentimos que, enquanto o resultado soar bem, então estamos presos à honestidade e fazemos aquilo que realmente amamos. As reacções têm sido óptimas, muito distintas nos diferentes meios de comunicação mas de forma positiva, por isso estamos contentes com o resultado final.


M.I. - Falando nisso, o trabalho de guitarra é potentíssimo do princípio ao fim. Podes falar-nos um pouco sobre a composição do álbum? Quem é o principal compositor da banda?

Sim, prestei muita atenção às guitarras no novo álbum, até porque sou o principal compositor da banda. Gosto de ter o tempo apropriado para criar a minha música  de modo a que, depois, a banda opine sobre os temas e então partimos daí. Quanto ao som musculado das guitarras, o Death Metal é isso mesmo: ferocidade, agressividade e um som pesado e espesso.


M.I. - Estão satisfeitos por terem assinado com a Century Media? Qual é a tua opinião geral sobre a gravadora até agora?

É óptimo poder trabalhar com uma empresa de renome mundial como a Century Media. Confiamos no seu trabalho e, até agora, está tudo a correr muito bem. Temos vindo a obter uma boa distribuição e dão-nos autonomia total para fazer o que fazemos de melhor sem interferir com as escolhas da banda. Posso dizer-te que não poderia ser muito melhor do que com a Century Media.


M.I. - E planos para uma tour para promover o novo álbum, há?

Vai ser um ano muito intenso, e até vamos tocar no Hellfest, portanto, sim, depois veremos como tudo decorre.


M.I. - Na generalidade, achas que o álbum colocará os Firespawn na vanguarda do metal extremo?

Bom, até agora as reacções dos fãs aos teasers foram francamente boas. No entanto, nunca tenho expectativas. Ainda que com um feedback excelente, os Firespawn não são um projecto, mas uma banda real e séria, não apenas algo que fazemos com o nosso tempo livre para nos divertirmos. Claro que nos divertimos, mas levamos a banda a sério o suficiente para querer que seja vista não como um projeto efémero, mas como uma banda que está aqui para durar. Obviamente, isso significa que queremos ser respeitados como tal, mas o tempo o dirá.

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Entrevista por João Correia