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Os Canadianos Striker lançaram, recentemente, o álbum “Striker”. Para o promoverem, vieram tocar a Portugal e a Metal Imperium ficou tão inspirada pela sua energia que foi necessário conversar com a banda.


M.I. -  O "Stand in the Fire" foi um álbum brutal e foi lançado no ano passado. Como é que "Striker" se destaca do vosso álbum anterior e quais foram os maiores obstáculos que enfrentaram, tendo em conta, por exemplo, que as sessões de gravação devem ter sido muito próximas umas às outras, certo?

Bem, gravar foi bastante simples, na verdade. Nós gravámos ambos os álbuns por nós mesmos, portanto aprendemos imenso enquanto gravávamos o “Stand in the Fire”, o que levou a que este último álbum fosse relativamente fácil de gravar. Estamos praticamente sempre a compor, portanto temos sempre uma pilha de melodias para trabalharmos. 


M.I. - Como é que o mercado discográfico e os vossos fãs estão a reagir a este álbum novinho em folha?

Até agora, tudo óptimo! Os fãs têm estado a curtir bastante e as pessoas cantam connosco as músicas novas, o que é sempre um óptimo sinal. Quanto à indústria da música, estamos progressivamente a obter maiores e melhores ofertas para todo o tipo de coisas! O mercado da música é muito lento, muitas das coisas são planeadas com mais de um ano de antecedência, portanto, quanto a algumas coisas, não vemos absolutamente nada durante um bom tempo. Mas, desde que anunciámos o novo álbum, já tocamos no “70.000Tons of Metal Festival”, que foi simplesmente de loucos, já fomos em digressão com os Sonata Arctica pela Europa e agora estamos em tournée pela América do Norte com os Dark Tranquility. Mais cenas divertidas vêm aí!


M.I. - Esta é uma espécie de “pergunta-padrão”, mas, estamos curiosos: quais foram as vossas maiores influências enquanto compunham o álbum "Striker"; o que é que vos deu inspiração para fazer o álbum resultar deste modo?

Bem, o nosso produtor disse que nós tínhamos estado a ouvir demasiado Journey (risos). Eu considero que o nosso maior foco foi na melodia, em ficar no ouvido, pequenos riffs e, recentemente, nos refrões. Esse tipo de coisas são, com frequência, o ponto central da música pop e de bandas “AOR”, como os Journey, por isso, obviamente, há essa conexão aí, mas também temos aquela influência de thrash/speed. Somos uma espécie de mistura de Journey com Slayer, acho eu.


M.I. - Se eu tivesse que mostrar apenas uma música deste novo álbum a alguém que nunca tivesse ouvido a banda Striker, que tema é que eu deveria escolher; qual, diriam, melhor representa quem vocês são?

Essa é difícil! Eu diria que a “Former Glory”; tem imenso shredding, fica no ouvido, é old school e acho que é um bom resumo daquilo que somos. Eu sinto que este álbum, em particular, é uma boa síntese do nosso som, portanto, se me perguntasses qual o álbum que devesses mostrar a alguém, eu diria que este!


M.I. - Quando vocês tocam ao vivo, vocês parecem sempre tão felizes, estão sempre a sorrir e isso é super contagiante. Na verdade, é absolutamente impossível alguém no público não sentir a influência da vossa energia e boas vibrações. Qual é o truque, como é que vocês conseguem manter tudo isso estando na estrada, dia após dia?

Bem, tocar ao vivo é que nos faz felizes, é impossível não nos divertirmos. Não sei, como poderias estar de outra maneira? Existem outras bandas por aí fora, nas quais os membros não parecem estar a divertir-se e isso é muito mau. Nós somos incentivadores de festa: se não te estás a divertir, não estamos a fazer o nosso trabalho. Tão simples quanto isso. 


M.I. - Os Striker actuaram em Portugal no passado dia 7 de Março, com os Triosphere e Sonata Arctica. Uma vez que somos uma Webzine portuguesa, adoraríamos saber a vossa honesta opinião quanto a tudo (nomeadamente, quanto à sala de espectáculos “Lisboa ao Vivo”, os antigos e novos fãs portugueses, como é que o público reagiu ao concerto, etc.) e, claro, gostávamos de saber a vossa opinião acerca da tournée.

Portugal foi incrível! Sempre que os Striker tocaram em Portugal é óptimo. As pessoas são simpáticas, a comida é muito boa e, claro, o tempo é muito melhor do que no Canadá! O concerto foi bastante bom, o recinto era muito agradável, eu ouvi dizer que era super recente e foi bom diversificar dos recintos velhos e sujos em que tocamos no Reino Unido, ha-ha. Adoraríamos voltar a Portugal em breve!


M.I. -  Atenção, spoiler: voltarão a Portugal em breve? Existem surpresas planeadas para os fãs portugueses de Striker?

Bem, eu espero que possamos voltar a Portugal em breve! Estamos a planear outra digressão pela Europa, na altura do Inverno, portanto, pode ser que Portugal seja um dos países por onde vamos passar.


M.I. - Até agora, o que é que consideram ser o momento mais decisor da vossa carreira, qual o evento, até à data, que se afigurou ser o mais importante para vocês, enquanto músicos e, em particular, enquanto membros de Striker?

Acho que foi quando decidimos tornar-nos independentes. Gerir a nossa própria editora tem sido a melhor coisa que alguma vez nos aconteceu e tem-nos aberto tantas portas. Espero que existam mais banda que sigam o nosso caminho, pois existem tantas bandas presas a editoras que não lhes dão o apoio de que precisam, da forma que precisam. No último ano ou talvez dois, sozinhos, temos vindo a fazer todo o tipo de coisas loucas e temos vindo a fazer mais e mais. Quem sabe o que vai acontecer dentro de um ano ou dois?


M.I. - Qual é o próximo grande passo para os Striker?

Bem, estamos a pensar em começar a trabalhar no nosso próximo álbum, portanto esperamos que o nosso próximo grande passo esteja aí. Também vamos começar, pela primeira vez, a fazer a primeira parte da digressão, na América do Norte, dos Dark Tranquillity. Esse será um grande passo para nós, pois só temos feito concertos na América do Norte como cabeças de cartaz, essencialmente e isto com os Dark Tranquillity vai dar-nos a conhecer a um monte de novos fãs.


M.I. - Ora bem, finalmente e isto pode parecer uma pergunta com rasteira, mas a sério que não é: nas tuas palavras, diz-me, quem são os Striker?

Striker é qualquer pessoa a ouvir música de “headbanging”, enquanto bebe uma cerveja! É shred!

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Entrevista por Evie