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Após a saída de dois membros no ano de 2014, sendo um deles o guitarrista John Laux, um dos fundadores dos Warbringer, a banda chegou a meter em causa o seu futuro. Em boa hora estes decidiram continuar com o seu percurso porque agora, depois de um intervalo de quatro anos entre lançamentos, o maior da sua carreira, o quinteto editou "Woe to the Vanquished", que podemos afirmar com segurança que é um dos mais fortes álbuns da banda.

Este registo discográfico ficará muito bem na prateleira, junto de álbuns como "Waking into Nightmares" e "War Without End" porque é muito sólido, repleto de temas fortes e não contém fillers. 

A sonoridade atual da banda é menos experimental do que a do seu antecessor, "IV: Empires Collapse", recuperando o poder e intensidade dos primeiros registos, embora se tenha verificado um upgrade a nível de composição e na performance dos músicos. 

Destacam-se todas as músicas da primeira metade do trabalho, as poderosas e viciantes "Silhouettes" e "Woe to the Vanquished" que abrem o disco em grande estilo, bem como "Remain Violent", uma faixa mid-tempo, extremamente catchy que irá resultar muito bem ao vivo e a velocíssima "Shellfire". Todas estas músicas, à exceção de "Remain Violent", estão ao nível das mais agressivas já feitas pela banda, pisando por vezes terrenos de death/thrash Metal. 

Já a segunda metade deste trabalho explora territórios mais próximos de black metal, em  "Spectral Asylum" e principalmente "Divinity of Flesh". "Woe to the Vanquished" termina com algo nunca feito pela banda, um tema épico e algo progressivo, de 11 minutos, intitulado "When the Guns Fell Silent". Esta foi a grande surpresa deste novo trabalho da banda norte-americana, sendo que o resultado final da música é bastante positivo.

Embora ainda sejam perceptíveis as influências de bandas como Kreator, Slayer e Exodus estas encontram-se cada vez mais diluidas. Os Warbringer apresentam uma sonoridade cada vez mais sua, soando sempre como uma banda de thrash extremo, apesar de flertarem por vezes com géneros como o death Metal e o black metal, dando uma maior variedade ao alinhamento. O tema que encerra o trabalho também é algo que acentua a singularidade deste disco e a voz cada vez melhor de John Kevill não nos deixa ser enganados nem por um segundo. Estamos, sem dúvida, a ouvir um álbum de Warbringer.

Nota: 8.3/10

Review por Mário Santos Rodrigues