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Data esperada com expectativa. Iniciava-se um ciclo de colaborações entre o Musicbox Lisboa e a promotora Le Congs Shows dedicado ao metal. Para a celebração foram convidadas três bandas portuguesas em destaque: Legacy Of Cynthia, Primal Attack e Switchtense.

Os Legacy Of Cynthia abriram a noite com energia e senso dramático, tocando o essencial do último álbum “Danse Macabre” de 2016, de “Rats and Rattlesnakes” a “Cabaret”. A inclusão dos teclados dá um toque especial, e os instrumentistas preparam a entrada do vocalista que, invariavelmente, nos surpreende com uma indumentária diferente a cada concerto- desta vez, escolheu uma sweatshirt de capuz por cima de meia de rede na cabeça! Depois, é só abanar a cabeça ao ritmo delirante das guitarras e baixo. Prestação necessariamente mais curta que as outras bandas, mas totalmente cativante, ao ponto do palco parecer pequeno para o sexteto de Sintra.

A sala, agradavelmente composta até à altura, encheu completamente para a recepção aos Primal Attack. A banda de Lisboa atacou os primeiros temas com enorme entrega e não deu tréguas, no som e no apelo à participação do público. Uma secção rítmica fortíssima, malhas envolventes, solos de guitarra na altura certa, vocais poderosos, tudo o que vem caracterizando o som dos Primal Attack nestes seus 5 anos e tal de existência. Temas como “The Prodigal One” e “Halfborn”, do álbum de 2017 “Heartless Oppressor”, pegaram completamente no público, não eram poucos os que conheciam as letras de cor, abanavam-se cabeças a compasso e ensaiava-se a roda, só se respirou no fim…

O intervalo durou apenas o tempo necessário para refrescar um pouco e ajustar pormenores técnicos, e logo vieram os conceituados Switchtense. O quarteto da Moita iniciou a sua prestação com absoluto profissionalismo, uma máquina muito bem afinada, entremeando os temas do seu álbum de 2016 “Flesh & Bones” com malhas mais antigas. Com o público rendido à intensidade do som- e já quente dos concertos anteriores-, logo se foi fazendo a roda, entoando os refrões e, eventualmente, um ou outro exercício de stage diving e crowd surfing bem-comportados. Pelo meio, o excelente comunicador que é o vocalista Hugo Andrade, fez uma breve dissertação sobre a importância deste tipo de eventos no âmbito do underground nacional, e revelou que a banda já não ensaia com tanta assiduidade por razões de ordem pessoal dos seus elementos. O que não se notou, em absoluto, na prestação dos Switchtense, tocaram um pouco mais de 1 hora, mas pareceu menos, tal a intensidade.

As três bandas foram unânimes nos agradecimentos ao Musicbox Lisboa, à Le Congs Shows, ao pessoal técnico e de apoio, e ao público em geral, e este evento de estreia acabou como uma espécie de celebração entre amigos, com a promessa auspiciosa de novos excelentes capítulos.

Texto por Pedro Rodrigues
Agradecimentos: Le Congs Shows