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A entrada em “The Sea” é feita por via de ambiência das guitarras e bateria solta com o tema “Vero”, sendo que os instrumentos se vão evidenciando à medida que este avança, primeiro a guitarra solo, depois o baixo e, por fim, a voz. Esta lembra Brann Dailor dos Mastodon em “Crack the skye”, tanto pela emotividade como pela forma como se insere como mais uma textura na camada de sons que se vão acrescentando ao tema.

Explosions in The sky e Animals as Leaders são as primeiras referências que parecem inspirar este álbum, ao nível instrumental e da própria dinâmica dos temas, numa primeira audição, mas de seguida logo parece tornar-se mais evidente a influência do chamado post-rock dos Red Sparowes, isto pela ênfase dada ao peso e eco presente ao longo de “The Sea”, assim como o doom dos A Storm of Light parece ser outra influência em “Religion of Man” (o segundo tema, mais imediato na sua abordagem que o primeiro).

No entanto, “Blood Leaves a Trail” parece invocar os tons de guitarra e baixo dos Queens of the Stone Age, ainda que a bateria e a voz se mantenham num registo mais próximo dos A Perfect Circle, tratando-se, curiosamente, do primeiro tema do disco abaixo dos dez minutos de duração, tendência que se mantém até ao fim.

Como segundo álbum de uma banda que afirma, na sua biografia ter por base o stoner rock, parece que “The Sea” aspira a ir mais longe, lembrando os Mastodon quando se aventuraram por caminhos mais próximos do rock progressivo em “Crack the skye”, mas com uma ambição ao nível de som mais assente num determinado género com ocasionais gravitações para outros géneros. Trata-se pois de um registo editorial curioso de explorar e revisitar, pois surpreende na direcção que os temas seguem.

Nota: 8/10

Review por Raúl Avelar