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Os Creature são um bom exemplo das bandas que pareciam que estavam enterradas no espaço e no tempo até que alguém as decide resgatar. Os casos dividem-se entre aqueles que decidem ressuscitar por si só, aqueles que são ajudados pelas editoras que acham de alguma necessário proceder a essa ressurreição e aqueles em que se dá um misto das duas situações. Depois da reedição em 2003 do primeiro álbum editado em 89, eis que a banda surge para o segundo álbum. Tendo em conta o ritmo de trabalho da banda, é melhor saborear este trabalho porque o terceiro não deve sair antes de 2025. Talvez por essa razão a banda apresenta aqui quase uma hora de duração repartida por quinze músicas, sendo a última, uma versão instrumental da "Don't Believe In Rumors". Dando uso ao preconceito, parece-nos algo exagerado.

O heavy metal que a banda nos apresenta é tradicional, com foco no refrão e nas melodias, tal como qualquer banda de hard'n'heavy que vê nos Iron Maide e Accept uma inspiração ou modelo a seguir. A já mencionada "Don't Believe In Rumors" e o tema título são súmulas perfeitas daquilo ao que a banda vem. Pormenor, parte da formação e acompanhar a voz Marco Clausen, temos mais duas vozes femininas que fazem apenas coros - e dos maus. Não é que Daniela "Danni" Dela Vechia e Susanne "Susi" Fedor sejam um desastre para os ouvidos... pelo menos, um desastre completo. No entanto, ter duas pessoas a tempo inteiro na banda para fazer isto, parece algo exagerado.

As músicas andam todas na mesma toada atrás descrita, abusando de todos os lugares comuns do heavy metal mas não conseguindo com que esse facto funcione a seu favor. Alguns refrões até resultam mas nada que fique gravado na memória, nem nada que se consiga aproximar dos clássicos de heavy metal que fomos coleccionando desde 1970. Ainda assim, existe aqui um sincero amor ao estilo, até quase inocente e ingénuo, que faz falta a muitas bandas de plástico que por aí andam. Não é suficiente para ficar na história mas para entreter o velho fã de heavy metal, farto do som descartável que por aí anda. "Spit" será uma boa banda sonora a esse sentimento.

 
Nota: 6/10

Review por Fernando Ferreira