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Quem ter chegado agora ao nome Magrudergrind, poderá pensar que esta é uma nova banda que apenas agora está a chegar ao segundo álbum. Grande engano. Apesar da actividade discográfica da banda norte-americana de grindcore/powerviolence não ser propriamente efusiva, a sua carreira começou algures no início do presente milénio com bastantes lançamentos entre compilações, demos, splits e EPs. Este "II" chega-nos sete após o álbum auto-intitulado e traz-nos mais uma dose cavalar de grindcore vitaminado que dá sempre gosto ouvir.

O termo powerviolence sempre foi um pouco misterioso no que diz respeito à sua utilidade em si. Supostamente uma versão extrema do hardcore punk onde a componente lírica do protesto político e social é omnipresente, no entanto também podemos dizer o mesmo do crust e do grindcore, pelo que nos é difícil encontrar uma diferença entre uma coisa ou outra. Rótulos aparte, o que importa dizer é que temos aqui quinze faixas que nos passam em menos de vinte e cinco minutos, o que é dizer o mesmo que não há lugar para momentos mortos.

Uma crítica freqente para quem não entende este género de música é dizer que as músicas não são memoráveis, por ser curtas e por terem poucos ganchos, o que não discutimos ser ou não a realidade para algumas bandas. No que diz respeito aos Magrudergrind, não podemos concordar. As músicas fluem realmente, com uma produção bem poderosa (que só favorece este tipo de som) que faz com que tudo soe ainda mais intenso e este regresso revela-se essencial para quem tinha saudades de um grindcore de crítica social. Existe, claro, a questão do tempo (pagar o valor de um álbum por apenas vinte e três minutos de música parece excessivo), no entanto para quem tiver o grindcore a correr nas veias, essa questão torna-se claramente secundária.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira