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Pode-se ler algures na net sobre os suecos Dynasty algo curioso como que, e passamos a citar, "imaginem se os Ratt ou Cinderella se decidissem a tornar os Dream Theater ou Symphony X". É uma afirmação provocante e que, no mínimo, convida à audição da banda, embora seja talvez um pouco exagerada - mas as boas comparações terão que ser, por princípio e para serem efectivas, exageradas. No que é que se baseia esta afirmação para fazer algum sentido? Bem, para já os suecos são bem amigos dos refrões pastilha-elástica-no-rabo, aqueles que tentamos sacudir e tirar, mas fica sempre algo para trás. E isso é mais que evidente no primeiro tema, "The Human Paradox".

No entanto, se tivermos que fazer uma comparação um pouco mais próxima da realidade, o único que manteríamos seriam os Symphony X, principalmente pela abordagem vocal de Nils Molin, já que instrumentalmente a banda não se pauta tanto pelo power metal neo-clássico, embora a sensibilidade progressiva possa ser igualmente encontrada. Peguemos nas bandas mais happy do power metal e juntemos-lhe a potência dos Symphony X (e de outros, que temas como "Untamer Of Your Soul", "The Beast Inside" e "Crack In The Shell" são de um peso impressionante, principalmente a primeira.

A banda chega com este trabalho ao quinto álbum (nada mau para quem lançou o álbum em 2009) e mostra aqui capacidade para subir mais uns degraus em direcção à primeira divisão do power metal mundial. Uma mera formalidade porque naquilo que nos diz respeito, a banda já conquistou esse lugar com todo o mérito. Uma mistura vencedora entre a melodia infecciosa do happy power metal e, porque não, hard rock, a musicalidade e excelência técnica dos já citados Symphony X, fazem deste álbum uma paragem obrigatória e desta banda uma entidade a conhecer.


Nota: 8.4/10

Review por Fernando Ferreira