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Já aqui falámos qualquer coisa da capacidade dos escandinavos para fazer rockão cheio de feeling norte-americano (tal como na década de sessenta e setenta, o melhor rock com bases e origem na cultura norte-americana saiu inevitavelmente da Europa) e os Helhorse servem mesmo para reforçar esta teoria. A banda de seis elementos consegue conciliar uma série de géneros mas o stoner e o rock sulista é mesmo aquele que se destaca mais.

E ao terceiro álbum, o auto-intitulado. A banda conseguiu desde 2010 reunir consenso tanto na crítica como entre os apreciadores da fusão de rock/metal e sludge pelo que neste terceiro álbum ainda existe muito espaço para a progressão. A colecção de músicas apresentadas aperfeiçoa a fórmula da banda ainda mais, mostrando-a bem sólida ainda que talvez um pouco mais acessível. Apenas em breves momentos – como na “Raise The Black Flag” é que temos algo mais extremo, no caso em específico nas vocalizações.

Não se pode dizer, no entanto, que existam muitas concessões com o espírito e identidade da banda dinamarquesa, já que o resultado é um grande álbum de rock/metal/sludge – só o facto de não se conseguir definir muito bem o estilo de música que a banda toca  é indicação de que a sua música é de valor – ao qual voltamos mesmo sem nos apercebermos, facto que se verifica também devido à sua curta duração. No caso do resto do mundo se esquecer como se faz, os nossos irmãos nortenhos têm sempre a solução para a fórmula do bom rock.


Nota:  8/10

Review por Fernando Ferreira