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“The Moth” inicia este “The Evil Divide” de forma fulgorosa e “Cause For Alarm” mantém a mesma toada, mas é com “Lost” que nos começamos a aperceber do que falámos no parágrafo anterior: as coisas estão bem mais melódicas. “Father Of Lies” aumenta a intensidade mas não esconde o detrimento do thrash metal a favor do heavy metal, que ainda vai dando o ar de sua graça com “Hell To Pay” e “Hatred United, United Hate” (esta última que conta com um solo de Andreas Kisser dos Sepultura. Mas isto não tem que ser necessariamente mau, até porque a banda já o fez antes em álbuns anteriors como “Act III”, curiosamente um dos que menos gostamos na discografia da banda norte-americana.

É um álbum que reflecte um pouco a posição na carreira da banda e que até consegue fornecer mais uns temas bons para andarem pelas setlists, embora no final fique a sensação de que não tem o impacto daquele que continua a ser o melhor álbum da banda e que será sempre o eterno competidor interno (e eterno). Dissemos no início que este álbum segue a toada mais melódica do último álbum, mas aqui consegue fortalecer-se, já que o faz com uma mestria superior e não são necessárias muitas audições para que se fique com essa opinião.


Nota: 8.3/10


Review por Fernando Ferreira