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Este novo disco dos Dopethrone parece encontrar-se a meio caminho entre o doom metal e o stoner rock, pois mantém o peso da sonoridade metal, mas soa menos opressivo que outras bandas doom como Sunn O))), para além de que mantém um sentido de humor palpável tanto no título dos temas, como na própria execução dos mesmos.

Quando entra o primeiro riff que abre o disco, recordo-me dos Church of Misery, a primeira banda que ouvi que mistura stoner com doom metal. O riff é contangiante e mantém-se ao longo do primeiro tema, embalando o ouvinte para o segundo, “Wrong Sabbath” onde o baixo mantém o andamento lento, mas dando continuidade ao tema anterior. Com efeito, todo o disco soa como um tema único com vários andamentos. 

Ao chegar a “Killdozer”, o ritmo acelera, a voz monocórdica mas cortante do vocalista e guitarrista, Vince, mantém-se pouco audível no contexto da música, mas dado que nos encontramos no terceiro tema de um disco que dura pouco mais que meia hora, parece que o som deste conjunto se concentra na secção rítmica.

E, falando da secção rítmica, Vyk no baixo e Shawn na bateria revelam-se uma força imparável e competente na execução dos temas, em muito contribuindo para os momentos mais interessantes deste “Transcanadian Anger”. A própria guitarra se torna num elemento da secção rítmica contribuindo para a densidade do som deste álbum. 

O guitarrista pouco sola, contribuindo mais para criar ruídos que em nada destoam do contexto dos temas (só chegando o primeiro solo no quarto tema “Scuzzgasm”). Os solos em si, sendo pontuais, conseguem ser surpreendentes, especialmente em “Tweak Jabber” e “Kingbilly Kush”.

Por sua vez, as letras e a forma irónica como são entoadas, podem surpreender o ouvinte de forma recompensadora; especialmente nas alturas em que a música pára e um verso surge como em “Kingbilly Kush”, recordando de certa foma, o género por detrás da sonoridade dos Black Sabbath: o blues.

Resumidamente, não estamos perante um álbum inovador dentro da sonoridade doom ou stoner, mas sim de um tributo às características do género, algo que os Dopethrone conseguem atingir sem dificuldades (o próprio nome da banda remete para o álbum seminal dos Electric Wizard, um dos porta-estandartes desta sonoridade). No entanto, dada a forma como estas são invocadas a cada tema, torna-se um pouco repetitivo, ainda que interessante e surpreendente em certos momentos como na entrada de “Tweak Jabber” e o uso de gritos como instrumento adicional em “Miserabalist”. 

Nota: 7/10

Review por Raúl Avelar